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Copa do Mundo Feminina de 2027: Brasil vai entregar proposta para sediar o mundial

A decisão final da Fifa, que pode garantir a realização da Copa do Mundo Feminina pela primeira vez na América do Sul, vai se tornar pública no dia 8 de maio de 2024

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rês mulheres responsáveis por grande parte do projeto de candidatura vão estar na Suíça para a entrega física da brochura (Qatar/Reprodução)

rês mulheres responsáveis por grande parte do projeto de candidatura vão estar na Suíça para a entrega física da brochura (Qatar/Reprodução)

Representantes da candidatura do Brasil à sede da Copa do Mundo de 2027 vão estar na Fifa, entidade máxima do futebol, nesta quinta-feira, para entregar em mãos as propostas do candidato a país-anfitrião da competição. As idealizadoras do projeto vão levar à Zurique o documento que explica as bases da candidatura.

A decisão final da Fifa, que pode garantir a realização da Copa do Mundo Feminina pela primeira vez na América do Sul, vai se tornar pública no dia 8 de maio de 2024, no Congresso que será realizado na Tailândia.

Entrega física

Três mulheres responsáveis por grande parte do projeto de candidatura vão estar na Suíça para a entrega física da brochura. Valesca Araújo, responsável pelo planejamento de infraestrutura e operações do evento, Manuela Biz, consultora de Comunicação, e Luiza Iglesias, diretora de arte e criadora da marca e identidade visual da campanha, vão completar a etapa final do processo de candidatura.

"Pelas mãos de três mulheres, estamos levando à Fifa uma proposta que reflete a vontade de estabelecer a Copa do Mundo Feminina da Fifa como plataforma de desenvolvimento do futebol feminino em todas as suas camadas, desde a formação de jovens atletas e gestoras até a materialização de políticas de proteção dos direitos da mulher, dentro e fora do campo", disse o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.

Copa do Mundo de 2027

Os concorrentes do Brasil a sediar o Mundial de 2027 são Estados Unidos e México (candidatura dupla), e o trio Alemanha, Bélgica e Holanda. A África do Sul desistiu da disputa em novembro deste ano.

A geopolítica da Fifa terá um grande peso na escolha. O presidente Gianni Infantino tem como uma de suas premissas a democratização do futebol feminino. Diante disso, a CBF confia que, dificilmente, a América do Norte, que sediará o Mundial masculino em 2026, ganhe novamente, apesar de os Estados Unidos serem a meca da modalidade e de o México ter uma liga em franco crescimento.

Pela atual migração do futebol feminino para a Europa, a candidatura do continente tem grande força, além da facilidade logística. Mas também recai no tabuleiro político da Fifa. Ainda em 2024 será escolhida a sede do Mundial masculino de 2030, e a candidatura tríplice de Espanha/Portugal/Marrocos é favorita diante do projeto da América do Sul, com Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. Para equilibrar o jogo, a Fifa não deve repetir os continentes.

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