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Apresentado por MONDELEZ

Bastidores da produção sustentável do cacau viram série no Globoplay com Rodrigo Hilbert

Cocoa Life: O futuro está em cada pedacinho mostra como o programa de sustentabilidade do cacau da Mondelēz International vem transformando a produção no país

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Os cinco episódios de Cocoa Life: O futuro está em cada pedacinho podem ser vistos no Globoplay gratuitamente (Mondelez/Divulgação)

Os cinco episódios de Cocoa Life: O futuro está em cada pedacinho podem ser vistos no Globoplay gratuitamente (Mondelez/Divulgação)

Por trás de um aparentemente simples chocolate existe um amplo universo que pouca gente conhece: o da produção do cacau, principal matéria-prima desse que é um dos doces mais apreciados no mundo.

Cada porção de chocolate carrega, mais do que sabor, histórias inspiradoras de pequenos produtores rurais, desenvolvimento socioeconômico de comunidades inteiras, preservação ambiental, ciência e, claro, diversos desafios.

Esses bastidores da cadeia produtiva do cacau no Brasil podem ser conhecidos em detalhes na série Cocoa Life: O futuro está em cada pedacinho, produzida por Lacta com veiculação gratuita no Globoplay.

Apresentada por Rodrigo Hilbert, a série tem cinco episódios, cada um aprofundando-se de maneira leve e informativa em diferentes aspectos do programa Cocoa Life, iniciativa premiada da Mondelēz, dona da Lacta, de fomento à produção sustentável do cacau no mundo.

Como fio condutor, estão histórias reais e emocionantes de agricultores, suas famílias e comunidades. “É a primeira vez que uma marca de chocolate retrata de forma tão humana a cadeia do cacau no Brasil”, salienta Jens Hammer, gerente sênior de Cocoa Life Latam.

“Queremos levar aos telespectadores uma imersão nos avanços significativos que o programa tem feito na construção de uma cadeia de suprimentos de cacau mais produtiva e sustentável”, acrescenta.

Além dos produtores rurais, protagonistas da série, figuras conhecidas como Zeca Camargo, Thiago Castanho, João Pedrosa, Isaquias Queiroz e Iberê Thenório também participam dos episódios, convidadas por Hilbert a viajar pela cultura cacaueira.

Mais de US$ 1 bilhão investido globalmente até 2030

O Cocoa Life é um programa global da Mondelēz International, com papel relevante dentro de sua estratégia ESG. Com ele, a companhia pretende adquirir seus principais ingredientes derivados de cacau de forma mais sustentável, aliando desenvolvimento social, prosperidade nas comunidades em que atua e redução do impacto ambiental.

A meta da companhia é, até 2025, entregar ao mercado 100% do equivalente do volume de cacau usado no chocolate advindo do programa.

Reconhecido internacionalmente, o Cocoa Life foi vencedor do Business Green Award (projeto do ano baseado na natureza) e finalista do prêmio World Food Innovation Award este ano (Mondelez/Divulgação)

O objetivo, porém, não se limita a abastecer a necessidade da empresa, mas também impulsionar o progresso das famílias e regiões produtoras. “Quando investimos no produtor, vamos além das nossas fronteiras e beneficiamos positivamente toda a cadeia do cacau e, no longo prazo, as comunidades em seu entorno”, diz.

Para unir esses propósitos, o Cocoa Life articula diversas ações em pesquisa e inovação e em desenvolvimento sustentável. Globalmente, o investimento da Mondelēz nas duas frentes será de US$ 1 bilhão até 2030.

No Brasil, já foram investidos mais de R$ 15 milhões nos últimos dez anos apenas em pesquisa agronômica. São mais de 1,8 mil produtores apoiados pelo programa nos estados do Pará, da Bahia e do Espírito Santo, sendo 18% mulheres. A expectativa é chegar a mais de 3 mil produtores cadastrados até 2025.

Recuperação de lavouras de cacau

No âmbito da inovação, o programa financia há quase uma década o Renova Cacau, uma linha de pesquisa de renovação da lavoura do cacau brasileiro coordenada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus (BA).

O foco é a disseminação de conhecimento e técnicas de manejo para melhorar a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade das lavouras, inclusive para produtores não vinculados ao Cocoa Life, já que toda informação produzida é pública e compartilhada.

Em 2021, por exemplo, o projeto forneceu dados inéditos para a elaboração de modelos econômicos com resultados significativos para o setor. Graças aos experimentos, hoje é possível saber o investimento necessário para reabilitar uma lavoura de cacau e o tempo para que ela chegue ao breakeven, no quarto ou quinto ano de produção após a renovação.

Além disso, o programa apoiou iniciativas para a liberação de crédito para pequenos produtores de cacau – esta é uma das atividades agrícolas que menos acessam crédito no Brasil.

“Existia uma resistência dos bancos. Já com a demonstração assertiva de que a partir do quarto ou quinto ano a produção avança para um ponto de equilíbrio, torna-se mais fácil liberar o crédito e o produtor conseguir restaurar sua lavoura”, explica Hammer.

No Renova Cacau, os resultados obtidos na universidade são aplicados diretamente no campo com técnicas de manejo mais eficazes (Mondelez/Divulgação)

Na Bahia, em especial, o Renova Cacau tem papel importante na retomada da cultura. Nos anos 1980, a doença conhecida como vassoura-de-bruxa, que afeta a produtividade dos cacaueiros, levou a um grande abandono das lavouras e ao colapso do setor. Foi com a intenção de buscar soluções para renovar essas lavouras, há tempos abandonadas, que nasceu a parceria com a universidade.

Desenvolver para prosperar

A segunda frente de atuação do Cocoa Life vai além das plantações e leva desenvolvimento sustentável às comunidades produtoras de cacau, em diversas ações que unem benefícios econômicos, sociais e ambientais.

Para melhorar a renda das famílias, um dos focos é o aumento da produtividade e qualidade, fornecendo informações técnicas sobre as mais recentes ferramentas e boas práticas agrícolas. “Em muitas propriedades assessoradas, a produtividade cresceu mais de 30%”, conta Jens Hammer.

Os produtores registrados são também incentivados a atuar dentro do Sistema de Agrofloresta, plantando cacau junto com outros cultivos como banana, açaí e mandioca, gerando fontes extras de renda.

E aqueles que aderem às diretrizes do projeto estão recebendo, desde 2020, uma bonificação, que funciona como prêmio de fidelidade conforme o volume produzido.

Com o sistema de plantio agroflorestal, os produtores de cacau diversificam a renda e contribuem para a conservação ambiental (Mondelez/Divulgação)

Além de assistência técnica, o Cocoa Life leva capacitação em gestão em cooperativas e associações, acesso a políticas e serviços públicos dentro do âmbito produtivo, parcerias com bancos para obtenção de crédito, regularização das propriedades, entre outras iniciativas.

Fortalecimento das comunidades

Na área social, há uma agenda ampla visando progressos nas comunidades cacaueiras, que envolve, entre outros, atenção aos direitos da criança e do adolescente e melhora das condições de trabalho e empoderamento das mulheres.

A educação é outra prioridade, com projetos voltados para a evolução da qualidade de ensino, redução da evasão escolar, melhoria da gestão de recursos para a educação e preparação de jovens para o sucesso na atividade agrícola no futuro

"Quando investimos no produtor, vamos além das nossas fronteiras e beneficiamos positivamente toda a cadeia do cacau."Jens Hammer, gerente sênior de Cocoa Life Latam

“Os impactos sociais sofridos pela cadeia do cacau são seculares e englobam o baixo investimento governamental e a escassez de políticas públicas. Por isso também triangulamos nossas conversas entre iniciativa privada, setor público e comunidades para que as ações tenham sucesso”, ressalta Hammer.

Um exemplo disso é a parceria público-privada formada em 2020 com a GIZ, braço de projetos do Ministério de Cooperação Econômica da Alemanha, que incorporou áreas cobertas pelo Cocoa Life. A parceria mapeou oportunidades de acesso ao mercado das demais culturas do sistema agroflorestal, para gerar renda complementar para o produtor.

“A iniciativa visava promover uma oportunidade de diversificação e de inclusão de gênero, com mulheres de produtores trabalhando com fruticultura e produção de polpas para consumo local”, lembra.

Ferramenta de conservação ambiental

Por fim, o Cocoa Life contribui ainda para que o cultivo de cacau, principal insumo do chocolate, seja ferramenta de preservação da floresta e conservação da biodiversidade brasileira nos biomas Amazônia e Mata Atlântica, onde o programa atua.

Até 2023, a iniciativa transformou 900 hectares de antigas pastagens degradadas em ricas agroflorestas de cacau e ajudou na restauração de mais de 500 hectares de mata ciliar.

“Queremos que os cacauicultores tenham mais acesso à informação técnica e apoio operacional para que a cultura funcione como uma saída sustentável para mitigar o desmatamento da floresta amazônica, servindo como vetor de restauração com os sistemas agroflorestais”, afirma Hammer.

O eco dessas ações pode ser comprovado na expansão considerável da produção sustentável do cacau no país. Um estudo da Embrapa mostrou que, no Pará, por exemplo, 70% do cultivo já ocorre em sistemas agroflorestais, ocupando terras antes degradadas.

O resultado, além da geração de renda, é a recuperação dessas áreas, cenário promissor que a Mondelēz Brasil, através do Cocoa Life, está ajudando a construir.

Para saber mais sobre a produção sustentável de cacau e se surpreender com as histórias poderosas de quem está na ponta dessa cadeia, assista gratuitamente no Globoplay Cocoa Life: O futuro está em cada pedacinho. Depois disso, saborear um Lacta terá ainda mais valor.

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