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Setor de serviços perde fôlego com varejo e indústria fracos

O setor de serviços atua em complementaridade a outros setores e acompanha as outras tendências de desaquecimento

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	Queda: serviços mostram perda de fôlego desde a passagem de fevereiro para março
 (Rodrigo_Amorim/Creative Commons)

Queda: serviços mostram perda de fôlego desde a passagem de fevereiro para março (Rodrigo_Amorim/Creative Commons)

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Daniela Amorim

Publicado em 19 de agosto de 2014 às, 11h30.

Rio - A retração nas vendas do varejo e na produção industrial está diminuindo a demanda por serviços no País, segundo Roberto Saldanha, técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"A indústria e o comércio vêm apresentando variações negativas. Isso tudo afeta o setor de serviços, porque são eles os principais demandantes de serviços. O setor de serviços atua em complementaridade a outros setores. Então, na medida em que outros setores apresentam desaquecimento, desaceleração, o setor de serviços acompanha essa tendência", explicou.

Em junho, a receita nominal dos serviços cresceu 5,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, o pior desempenho desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal de Serviços, em janeiro de 2012.

Embora a Copa do Mundo tenha induzido a um freio maior no mês, o setor mostra perda de fôlego desde a passagem de fevereiro para março, quando o ritmo de crescimento diminuiu de 10,1% para 6,8%.

"Na medida em que ocorrer uma retomada desses segmentos (indústria e varejo), isso vai aquecer essa demanda (por serviços) também", avaliou Saldanha.

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