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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm mínima em 52 anos

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram em 71 mil, para 199 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 20 de novembro

O número de americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu para o seu menor patamar desde 1969 na semana passada, apontando para firmeza sustentada da economia dos Estados Unidos em um ano marcado por escassez e por uma pandemia sem previsão de término.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram em 71.000, para 199.000 em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 20 de novembro, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Esse foi o patamar mais baixo desde meados de novembro de 1969. Economistas consultados pela Reuters projetavam 260.000 pedidos na semana passada.

As solicitações têm diminuído desde outubro, embora o ritmo de redução tenha recuado nas últimas semanas, à medida que os pedidos se aproximam da média pré-pandemia de cerca de 220.000.

O relatório foi divulgado mais cedo devido ao feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos na quinta-feira.

Os dados podem ser afetados durante a temporada de festas de fim de ano. Os pedidos caíram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020 e agora estão em uma faixa considerada consistente com condições saudáveis do mercado de trabalho, embora a forte escassez de mão de obra causada pela pandemia esteja impedindo um crescimento mais rápido do emprego.

Foram criados 582.000 postos de trabalho em média por mês neste ano. Havia 10,4 milhões de vagas abertas ao final de setembro. A força de trabalho diminuiu em 3 milhões de pessoas ante seu patamar pré-pandemia, mesmo com o fim dos generosos benefícios financiados pelo governo federal, a reabertura de escolas para o aprendizado presencial e um aumento salarial pelas empresas.

A queda nas solicitações é consistente com os dados de vendas no varejo e produção industrial nos EUA, que sugerem que a economia está retomando fôlego no quarto trimestre após uma desaceleração no período de julho a setembro, quando os casos de coronavírus explodiram durante o verão no Hemisfério Norte e a escassez se tornou mais generalizada.

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