Economia

Memória curta

Dias atrás, o empresário Benjamin Steinbruch, presidente da Companhi Siderúrgica Nacional (CSN), assinou um artigo no jornal Folha de S.Paulo em que elogiava a gestão de Carlos Lessa à frente do BNDES e se queixava de que, por muitos anos, as empresas nacionais ficaram relegadas à própria sorte , sem contar com o apoio do […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h00.

Dias atrás, o empresário Benjamin Steinbruch, presidente da Companhi Siderúrgica Nacional (CSN), assinou um artigo no jornal Folha de S.Paulo em que elogiava a gestão de Carlos Lessa à frente do BNDES e se queixava de que, por muitos anos, as empresas nacionais ficaram relegadas à própria sorte , sem contar com o apoio do banco estatal.

Steinbruch parece ter memória curta: para viabilizar o descruzamento das ações da Vale e da CSN, em 2000, o BNDES (então sob o comando de Francisco Gros) desembolsou 1,6 bilhão de reais.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Mercado eleva projeção da Selic para 12,50% no fim de 2026

Durigan diz que governo buscará alternativas se ICMS do diesel não avançar

ANP: preço médio do diesel tem aumento de 6,76% e chega a R$ 7,26 nos postos

Lula defende que Brasil tenha estoque de petróleo diante da guerra: 'Não podemos ser vítimas'