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Hungria tenta tranquilizar mercados e diz que tudo está sob controle

Chefe do gabinete do governo rebate boatos de que país estaria quebrado

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Da Redação

Publicado em 5 de junho de 2010 às, 10h25.

Budapeste - O novo Governo da Hungria, formado pelo conservador partido Fidesz, tentou hoje tranquilizar os mercados com uma mensagem em que assegurou que a situação econômica do país está "estabilizada".

"As declarações anteriores (sobre uma possível quebra) são exageradas", manifestou em entrevista coletiva o chefe do gabinete do Governo húngaro, Mihaly Varga, responsável pela comissão encarregada de investigar o estado atual da economia da Hungria.

A possibilidade de uma nova crise orçamentária no país causou grande nervosismo ontem nos mercados, com fortes baixas nas bolsas, especialmente na Espanha.

Varga acusou o Governo anterior, do economista independente Gordon Bajnai, de ter mentido sobre a situação das contas públicas.

"Existem grandes diferenças entre a realidade e o publicado pelo anterior Governo", disse o secretário de Estado húngaro.

Os dados diferem nas receitas de impostos, nas despesas do setor público e nas despesas efetuadas com empresas de transporte, como a companhia aérea Malev.

Será precisar determinar "quem são os responsáveis" pela publicação dos números manipulados, acrescentou.

Em todo caso, a capacidade de financiamento da dívida pública húngara "não está em dúvida" e o Governo mantém a intenção de cumprir o objetivo de um déficit público de 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, disse Varga.

Para que a meta seja cumprida "é preciso realizar profundas mudanças e logo", afirmou o representante do Governo húngaro, cuja economia é uma das mais afetadas pela atual crise.

Fontes do Governo húngaro advertiram ontem sobre a possibilidade de que o déficit fiscal subisse neste ano para 7,5% do PIB.

Em outubro de 2008, após o início da crise financeira internacional, a Hungria recebeu um empréstimo de 20 bilhões de euros do Fundo Monetário Internacional (FMI), da União Europeia (UE) e do Banco Mundial (BM) para salvar o país da falência.

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