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Crise fez 46 mil empresas comerciais fecharem em 2016, diz IBGE

Levantamento mostra que as 1,546 mi de empresas sobreviventes geraram uma receita operacional líquida de R$3,3 trilhões em 2016

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Ainda em meio à recessão econômica, no ano de 2016, 46.322 empresas comerciais fecharam as portas no país (Paulo Whitaker/Reuters)

Ainda em meio à recessão econômica, no ano de 2016, 46.322 empresas comerciais fecharam as portas no país (Paulo Whitaker/Reuters)

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Estadão Conteúdo

Publicado em 28 de junho de 2018 às, 10h38.

Última atualização em 28 de junho de 2018 às, 10h40.

Rio - Ainda em meio à recessão econômica, no ano de 2016, 46.322 empresas comerciais fecharam as portas no país, uma queda de 2,9% em relação a 2015. Os dados são da Pesquisa Anual de Comércio divulgada nesta quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostra que as 1,546 milhão de empresas comerciais brasileiras sobreviventes geraram uma receita operacional líquida de R$ 3,3 trilhões em 2016, 0,3% a menos que no ano anterior. O comércio pagou R$ 214,8 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações a 10 milhões de pessoas que trabalhavam em 1,685 milhão de unidades locais.

O comercio varejista respondeu por 54,3% do valor adicionado do comércio como um todo, 74,1% do pessoal ocupado e 64,6% da massa salarial paga aos trabalhadores do setor.

A receita líquida da atividade de veículos automotores caiu 9,6% na passagem de 2015 para 2016, já descontada a inflação do período. A atividade de hipermercados e supermercados teve redução de 1,5%, enquanto a atividade atacadista de combustíveis e lubrificantes teve ganho de 4,7% no período.

As empresas comerciais tinham, em média, seis ocupados. No setor de hipermercados e supermercados, havia 104 pessoas ocupadas por empresa, em média, o resultado mais elevado entre as atividades investigadas.

No entanto, o comércio reduziu em 2,6% o total de trabalhadores entre 2015 e 2016, mais de 265 mil empregos perdidos, além de cortar em 3,8% o total de salários, retiradas e outras remunerações.

O Sudeste concentrou 49,6% das unidades locais, 51,8% do pessoal ocupado, 51,3% da receita bruta de revenda e 55,7% da massa salarial. A região também registrou o maior salário médio mensal, de 2,1 salários mínimos.

Entre as atividades, o comércio atacadista de combustíveis e lubrificantes pagou o maior salário médio mensal, de 5,7 salários mínimos, e obteve a mais alta produtividade do trabalho: cada pessoa ocupada adicionou, em média, R$ 378,7 mil aos bens e serviços consumidos no processo produtivo das empresas do setor.

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