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Alckmin volta a defender busca pelo déficit primário zero

Ao avaliar o governo de Lula, vice-presidente declarou que o setor de indústria deve crescer com força em 2024

Geraldo Alckmin, vice-presidente do Brasil (Diogo Zacarias/ Palácio do Planalto/Flickr)

Geraldo Alckmin, vice-presidente do Brasil (Diogo Zacarias/ Palácio do Planalto/Flickr)

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 13 de maio de 2024 às 14h57.

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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, voltou a defender nesta segunda-feira, 13, a busca pela zeragem do déficit primário. Ele fez a afirmação durante participação na solenidade de abertura da Apas Show, evento do setor supermercadista, em São Paulo.

O ministro voltou a fazer uma espécie de balanço da gestão Lula. Ele disse que a indústria, que muito sofreu nos últimos anos, já cresceu 0,3% no ano passado e que deve crescer com força em 2024.

"O juro real está ainda muito alto, mas a cada reunião do Copom ele vem caindo", disse Alckmin.

Ele reiterou que a taxa de câmbio permanece favorável às exportações, que no ano passado bateram recorde, atingindo a cifra de US$ 340 bilhões. "Aumentamos em 10 vezes as exportações do agro", afirmou Alckmin.

Sobre a carga tributária, o ministro disse que ela é alta e que, se não vai ser reduzida com a reforma, pelo menos não vai piorar.

O vice-presidente também defendeu que se tribute os milionários no Brasil como se faz no exterior.

Diante de uma plateia formada por executivos do setor supermercadista, Alckmin disse que a carne não está na cesta básica, mas que sua alíquota de imposto será 60% menor do que é hoje.

Ele se comprometeu com o setor a organizar uma reunião com os empresários e o Ministério da Fazenda para juntos tentarem ampliar a quantidade de produtos a serem isentados na cesta básica.

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