Casual

Pesquisa revela hábitos mais irritantes de passageiros no avião

O vencedor de lavada foi aquele que fica chutando o seu assento o tempo todo, com 69% dos votos, mostra pesquisa da Expedia

A etiqueta no avião foi tema de pesquisa da Expedia (REUTERS/Edgar Su/Reuters)

A etiqueta no avião foi tema de pesquisa da Expedia (REUTERS/Edgar Su/Reuters)

João Pedro Caleiro

João Pedro Caleiro

Publicado em 22 de janeiro de 2017 às 15h43.

Última atualização em 22 de janeiro de 2017 às 18h21.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Pegar avião já não é a experiência mais agradável do mundo, mas alguns colegas de voo fazem questão de torná-la ainda mais irritante.

Para mapear esses comportamentos, a agência de viagens Expedia lançou recentemente a quarta edição anual do "estudo de etiqueta no avião" em parceria com a consultoria de mercado GfK.

1.005 americanos responderam em dezembro sobre quais tipos de passageiros eles consideram mais problemáticos.

Pelo terceiro ano consecutivo, o vencedor de lavada foi aquele que fica chutando o seu assento o tempo todo, com 69% dos votos.

Em segundo ficaram os "pais desatentos", com 59% de irritação geral, e em terceiro estão os "passageiros aromáticos", aqueles com pouca higiene ou excesso de perfume.

O passageiro que não controla o próprio barulho é lembrado por 49% dos passageiros. Não por acaso, mais de um terço dos pesquisados pagaria a mais para ficar em uma zona especial de silêncio, se isso fosse oferecido.

Outros comportamentos irritantes citados são daquela pessoa que puxa assunto demais (40%) e o que reclina o assento (com 35% - talvez ele seja uma vingança contra o chutador lá de cima, nota a agência).

Ainda assim, 79% dos pesquisados concordam que "na maior parte das vezes, os colegas passageiros tem consideração pelo próximo" e que 74% "limpam com cuidado seu espaço antes de sair do avião".

 

 

Acompanhe tudo sobre:AviaçãoAviões

Mais de Casual

Dior restaura 13 perfumes históricos e lança coleção Dioriginals

LG convida will.i.am para uma missão: mudar o jeito de ouvir música

O luxo que vem do mar: como a crise climática está mudando cardápios

Bvlgari doa obra Serpenti à Pinacoteca e reforça conexão com a arte