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Profissionais brasileiros são os que mais temem negociações

Estudo do LinkedIn revela que para 28% dos entrevistados do Brasil uma negociação se assemelha a uma partida de tênis

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Camila Lam

Publicado em 3 de abril de 2012 às, 15h50.

São Paulo – Diante de negociações de carreira, desde negociar o aumento do salário ao fechamento de um negócio, os profissionais brasileiros são os que mais sentem medo, revela pesquisa do LinkedIn. Dentre os participantes, os brasileiros foram os que apresentaram a maior porcentagem, 21%, enquanto na média global, o número é de 6% e no Canadá o número é de 5%.

Para a pesquisa, foram entrevistados mais de dois mil profissionais em oito países, no Brasil foram mais de 300. Os entrevistados tiveram que escolher uma reação entre cinco para definir o que sentiam diante de uma negociação de carreira: medo, ansiedade, confiança, empolgação e indiferença.

Globalmente, 34% dos participantes revelaram que se sentem confiantes enquanto 29% afirmaram ficar ansiosos em negociações. Já os brasileiros, 12% se sentem empolgados, 20% ficam ansiosos e 4% se mostram indiferentes.

Confira outros dados da pesquisa:

- Quando brasileiros foram questionados de como descreveriam uma negociação, 28% dos entrevistados afirmaram que é como uma partida de tênis, em que duas pessoas disputam um jogo e no final, há um vencedor. Parte dos profissionais, 24% compararou a uma dança, 16% a um jogo de pôquer e uma pequena parcela dos entrevistados (5%) associou a uma tourada.

Na média global, 22% dos entrevistados associaram a um jogo de pôquer, 20% a uma dança, 18% a uma partida de tênis e 9% a uma tourada.

- Os alemães são os profissionais considerados otimistas diante de uma negociação, de acordo com a pesquisa, pois 21% se sentem empolgados e 43%, confiantes.

- Os indianos são os mais confiantes com relação à negociação, com 47%.

- Nos Estados Unidos, os profissionais se mostraram os mais ansiosos, 39% contra a média global de 29%.

- Profissionais da Coreia do Sul são os mais indiferentes frente a uma negociação: 21% afirmaram ter essa sensação, contra a média global de 10%.

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