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Quem é Beatriz Heinemann, diretora de RH da Diageo

São Paulo - Falar alemão foi uma habilidade determinante na trajetória profissional da paulista Beatriz Heinemann, de 41 anos. Por dominar o idioma, ainda como estudante de administração Beatriz ingressou no programa de trainee do Deutsche Bank, onde pretendia seguir uma carreira na área financeira. No banco teve a oportunidade de circular por diferentes funções […]

Beatriz Heinemann (Paulo Pampolim / Hype)

Beatriz Heinemann (Paulo Pampolim / Hype)

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Da Redação

Publicado em 13 de dezembro de 2013 às 14h32.

São Paulo - Falar alemão foi uma habilidade determinante na trajetória profissional da paulista Beatriz Heinemann, de 41 anos. Por dominar o idioma, ainda como estudante de administração Beatriz ingressou no programa de trainee do Deutsche Bank, onde pretendia seguir uma carreira na área financeira. No banco teve a oportunidade de circular por diferentes funções e se interessou mesmo pela reengenharia.

Ao se formar, foi para a Alemanha. Primeiro, como bolsista num intercâmbio cultural; depois, enviada para a matriz do Deutsche, em Frankfurt. Retornou ao Brasil num período conturbado no banco e seus projetos foram cancelados. Com o mercado aquecido, atuou como gerente de projetos na Accenture.

A proximidade com os clientes facilitou sua migração da consultoria para o negócio. Foi quando, após um ano de namoro, aceitou o convite da Whirlpool para assumir a posição de gerente de desenvolvimento organizacional, iniciando sua trajetória no RH. Entre a Whirlpool e a Diageo, onde está há cinco anos e meio, Beatriz teve ainda uma passagem de dois anos pela Novartis.

Mas logo que voltou de licença-maternidade recebeu o convite da fabricante do Johnnie Walker. E “arriscou”, como ela mesma diz. Contratada como gerente, ela assumiu o posto de diretora seis meses depois, quando sua antecessora foi expatriada. Hoje, é responsável pelas operações da empresa no Brasil, no Paraguai e no Uruguai e comanda a integração com a Ypióca, adquirida recentemente pela Diageo.

Para quem pensava em fazer carreira na área de finanças e chegou até a dar aulas de mercado de capitais, Beatriz atingiu o ápice da carreira como executiva de RH. Ou quase.

“Quando eu deixar de aprender, vou procurar coisas novas”, diz. No momento, o desafio é grande. São mais de 700 funcionários para integrar, além de realizar uma estratégia de unificação sob a gestão de uma presidente que acaba de chegar. Aprendizado, portanto, não deve faltar.

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