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Sisu terá apenas uma edição por ano a partir de 2024

Vagas deverão ser ofertadas todas na edição unificada do Sisu, mas MEC fará anúncio oficial da mudança nos próximos dias

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Sisu: Sistema que dá acesso a vagas em instituições públicas de ensino superior com base na nota do Enem passará a ter uma única edição a partir de 2024 (VEETMANO PREM/FOTOARENA/Estadão Conteúdo)

Sisu: Sistema que dá acesso a vagas em instituições públicas de ensino superior com base na nota do Enem passará a ter uma única edição a partir de 2024 (VEETMANO PREM/FOTOARENA/Estadão Conteúdo)

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que dá acesso a vagas ofertadas por instituições públicas de ensino superior com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), passará a ter uma única edição no ano a partir de 2024. O anúncio oficial da mudança será feito pelo Ministério da Educação (MEC) nos próximos dias, com a publicação do edital no Diário Oficial da União.

A mudança, na opinião de especialistas, deve evitar que vagas fiquem ociosas por conta de candidatos que decidem trocar de instituição de ensino ao conseguirem a aprovação na segunda edição do processo, que habitualmente ocorria no meio do ano. Agora, as vagas nas instituições deverão ser ofertadas todas na edição unificada do Sisu. Em 2024, a seleção está inicialmente marcada para ocorrer em janeiro — o MEC não informou se haverá alteração no cronograma já anunciado.
A alteração no modelo do Sisu foi discutida em setembro, em reunião que contou com a participação de reitores e representantes do MEC na sede do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília.
O governo havia anunciado outras mudanças no Sisu no mês passado, quando foi sancionada a nova Lei de Cotas. Agora, os quilombolas passam a ter uma reserva de vagas específica, nos moldes do que atualmente é feito para pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência. O teto de renda para se valer das cotas em razão de vulnerabilidade socioeconômica também baixou de um salário mínimo e meio para um salário mínimo (hoje, em R$ 1.320) por pessoa da família.

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