Brasil

Quase 1,8 milhão de empregos foram criados no ano até outubro, diz Marinho

Segundo ministro, empresas não cumprem cota do Jovem Aprendiz devido às dificuldades dos setores de administração em absorver profissionais jovens

Emprego: hoje há 500 mil jovens no programa Jovem Aprendiz (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Emprego: hoje há 500 mil jovens no programa Jovem Aprendiz (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 27 de novembro de 2023 às 18h24.

Última atualização em 27 de novembro de 2023 às 18h38.

Priorizar nos meus resultados Google

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta segunda-feira, 27, que na terça-feira, 28, a sua pasta irá divulgar a criação de quase 1,8 milhão de empregos no ano até outubro.

Marinho participou do Fórum Rádio Bandeirantes CIEE- Empregabilidade Jovem. Ele não quis dar o número exato porque na terça-feira, 28, serão divulgados os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged).

Sobre o tema Empregabilidade Jovem, o ministro disse que hoje há 500 mil jovens no programa, mas que esse número pode ser dobrado.

"Podemos mudar leis, aperfeiçoá-las, mas as empresas alegam dificuldades para cumprir a cota do Programa Jovem Aprendiz porque os setores de administração não conseguem absorver o suficiente de jovens para atender a cota. Mas se uma empresa consegue cumprir, por exemplo, 30% da cota, a gente pode criar condições para ajudar", disse Marinho.

O CEO do CIEE, Humberto Casagrande, disse que hoje há 65 mil aprendizes no programa e 200 mil estagiários. "Mas tem uma fila com mais de 2 milhões de jovens esperando por uma oportunidade. Por isso a necessidade de uma maior integração entre empresas e escolas", disse.

Acompanhe tudo sobre:Luiz MarinhoMinistério do TrabalhoGoverno LulaEmpregos

Mais de Brasil

PEC da Segurança Pública: por que a redução maioridade penal ficou fora do texto?

PEC da Segurança Pública: entenda o que muda após a aprovação no Senado

Senado aprova PEC da Segurança Pública sem tratar da redução da maioridade penal

O que mudou no Enem em 2026?