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Juiz autoriza para dia 25 acareação entre Youssef e Costa

Juiz responsável pela Operação Lava Jato autorizou encontro entre ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e o doleiro Alberto Youssef

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	Acareação foi adiada no começo do mês após Sérgio Moro enviar à CPI um atestado médico encaminhado por Costa
 (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

Acareação foi adiada no começo do mês após Sérgio Moro enviar à CPI um atestado médico encaminhado por Costa (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

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Luciano Nascimento

Publicado em 13 de agosto de 2015 às, 21h09.

Brasília - O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), informou hoje que o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância, autorizou para o próximo dia 25 a acareação entre o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef.

Investigados pela operação, os dois são delatores do esquema de corrupção na Petrobras e devem ser confrontados pelos deputados da CPI sobre contradições em seus depoimentos em colaboração com a Justiça.

A acareação chegou a ser marcada para o início deste mês, mas foi adiada após Moro enviar à CPI um atestado médico encaminhado por Costa, alegando doença.

Antes, a comissão continuará ouvindo depoimentos de pessoas ligadas aos mercados de câmbio e financeiro e apontadas como participantes do esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e pagamento de propina envolvendo a Petrobras.

Nesta quinta-feira, Mota também se reunirá com o ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello para tratar da manutenção do depoimento de acareação do ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco com o ex-diretor de Serviços da empresa Renato Duque.

No dia 7 de julho, Mello concedeu habeas corpus adiando a acareação marcada para o dia seguinte.

O ministro acatou o argumento da defesa do ex-gerente da Petrobras, segundo o qual ele passara a sentir fortes dores e formigamentos nos membros inferiores, em consequência de um câncer ósseo.

Apesar de pedir o adiamento, Barusco assumiu o compromisso de ir à CPI em data posterior.

“Vou apelar ao ministro Celso de Mello, decano da Corte, para que ele possa reavaliar o habeas corpus concedido. Saíram diversas reportagens e matérias que provam que ele [Barusco] tem, sim, condições de vir à CPI”, afirmou Motta.

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