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Governo quer retirar brasileiros de Benghazi, na Líbia

São cerca de 170 os brasileiros que estão na cidade, uma das que vivem maior tensão no país árabe

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O chanceler Antonio Patriota: segundo o Itamaraty, de 500 a 600 brasileiros estão na Líbia (Telam/ABr)

O chanceler Antonio Patriota: segundo o Itamaraty, de 500 a 600 brasileiros estão na Líbia (Telam/ABr)

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Renata Giraldi

Publicado em 21 de fevereiro de 2011 às, 14h17.

Brasília – A Embaixada do Brasil na Líbia aguarda autorização do governo do presidente líbio, Muammar Kadhafi, para o pouso de um avião fretado que vai retirar cerca de 170 brasileiros que estão em Benghazi - uma das principais cidades do país e onde há protestos intensos nas ruas. O Ministério das Relações Exteriores em Brasília espera respostas da representação diplomática sobre as negociações.

Os confrontos, que já duram uma semana na Líbia, levaram ao agravamento da crise no país. Há dificuldades de comunicação com a Embaixada do Brasil em decorrência dos problemas de comunicação. A maioria dos telefones fixos na Líbia está impedida de fazer ligações para o exterior.

Ontem (20) o embaixador do Brasil na Líbia, George Ney de Souza Fernandes, fez o pedido às autoridades do país, mas não obteve resposta. O avião foi fretado pela construtora Queiroz Galvão, responsável por alguns dos brasileiros que estão na região. Há também funcionários das empresas Odebrecht e Petrobras.

Na Líbia, de acordo com o Itamaraty, há cerca de 500 a 600 brasileiros. A ideia é retirar essas pessoas, que estão em Benghazi, e levá-las para a capital da Líbia, Tripoli. Porém, é necessário ainda obter visto de saída para os brasileiros. Só depois dessa autorização, os brasileiros poderão deixar a região.

Em seis dias de protestos na Líbia, o número de mortos pode chegar a 233, segundo a organização não governamental (ONG) Human Rights Watch. Na última noite, houve tiroteios intensos em diversos bairros de Trípoli, após o discurso de Seif Al-Islam, filho de Muammar Kadhafi.

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