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Ensino remoto até o fim de 2021 é aprovado pelo CNE

Medida prevê pontos como a fusão de anos letivos e a continuação do ensino à distância. Agora, deve seguir para aprovação do MEC

Escolas de todo país poderão continuar com o ensino remoto até o ano que vem (Germano Lüders/Exame)

Escolas de todo país poderão continuar com o ensino remoto até o ano que vem (Germano Lüders/Exame)

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Karina Souza

7 de outubro de 2020, 09h14

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou uma medida que permite continuar com o ensino remoto até 2021. De acordo com informações do jornal O Globo, a medida prevê a reorganização flexível dos sistemas e sugere que as redes possam fundir os anos escolares dos estudantes, de modo que concluam no próximo ano o conteúdo prejudicado por causa da pandemia. O texto, agora, deve seguir para o Ministério da Educação (MEC).

Sem caráter obrigatório, as diretrizes são válidas em âmbito nacional e abrangem todas as etapas da vida escolar – da educação básica ao ensino superior. Em relação às reprovações, o CNE afirma que não pode ditar o que as instituições de ensino vão fazer, mas sugere que as avaliações sejam feitas a partir de métodos de avaliação alternativos aos testes e provas.

As medidas devem ser adotadas pela cidade de São Paulo. De acordo com informações do G1, o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, anunciou que a rede estadual deverá adotar um ciclo único para o ano letivo de 2020 e 2021. Ele ainda afirmou que a ideia é fazer a unificação em oito bimestres para diluir o ensino e facilitar a capacidade de os alunos recuperarem o conteúdo perdido.