Brasil

Brasil compra 86 blindados sobre rodas da italiana Iveco

Os veículos são do modelo VBTP-MR Guarani, um blindado rápido anfíbio com 12 rodas equipado com um canhão de 105 milímetros

Iveco VBTP-MR Guarani: O projeto dos blindados foi feito em conjunto por técnicos do exército brasileiro e da empresa Iveco (Divulgação)

Iveco VBTP-MR Guarani: O projeto dos blindados foi feito em conjunto por técnicos do exército brasileiro e da empresa Iveco (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de agosto de 2012 às 21h14.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - O Ministério da Defesa brasileiro assinou nesta terça-feira um contrato para a aquisição de 86 blindados sobre rodas fabricados pela filial local da firma italiana Iveco, por um valor total de US$ 240 milhões, informou o ministério.

Os veículos são do modelo VBTP-MR Guarani, um blindado rápido anfíbio com 12 rodas equipado com um canhão de 105 milímetros, que pode ser usado em missões de transporte e de combate, descreveu o Ministério da Defesa em comunicado oficial.

O projeto dos blindados foi feito em conjunto por técnicos do exército brasileiro e da empresa Iveco, que faz parte do grupo italiano Fiat, e gerou interesse em outros países da América do Sul.

Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Armadas da Argentina e do Chile já manifestaram interesse em conhecer detalhes do VBTP-MR Guarani, produzido exclusivamente nas fábricas que a Iveco possui no Brasil.

O contrato é o primeiro que o ministério assina definitivamente com a Iveco, empresa com que o governo se comprometeu a comprar outras 2 mil unidades dos mesmos blindados nos próximos 20 anos. 

Acompanhe tudo sobre:FiatEmpresas italianasMinistério da DefesaExércitoIveco

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro volta a abrir vantagem sobre Lula e marca 52% a 48%, diz PoderData/Aya

Pesquisa para presidente AtlasIntel: Flávio Bolsonaro cai para 51,1% e Lula sobe para 48,9%

Quando vai ser o debate para presidente na Globo? Veja data e horário

Pesquisa para presidente: Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula, 49,7%, diz BTG/Nexus