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Bolsonaro anuncia general Fernando Azevedo e Silva para a Defesa

A pasta seria ocupada inicialmente pelo general Augusto Heleno, que posteriormente foi anunciado para o Gabinete de Segurança Institucional

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Defesa: Azevedo e Silva participou do grupo que desenhou o plano de governo do agora presidente eleito (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Defesa: Azevedo e Silva participou do grupo que desenhou o plano de governo do agora presidente eleito (Tomaz Silva/Agência Brasil)

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Da redação, com agências

Publicado em 13 de novembro de 2018 às, 09h32.

Última atualização em 13 de novembro de 2018 às, 10h01.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou nesta terça-feira (13), em suas redes sociais, que o general de Exército Fernando Azevedo e Silva será seu ministro da Defesa.

A pasta seria ocupada inicialmente pelo general Augusto Heleno, que posteriormente foi anunciado para ocupar o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Desde setembro Silva ocupa o cargo de assessor especial de Toffoli no Supremo. Depois de ir para a reserva, foi indicado ao presidente do STF pelo comandante do Exército, general Villas Bôas, depois de um pedido do presidente da Corte que gostaria de ter um nome militar em sua equipe.

O general da reserva tem uma extenso currículo dentro das Forças Armadas, incluindo os cargos de chefe do Estado-Maior do Exército e Comandante Militar do Leste, além de ter sido o chefe da Autoridade Pública Olímpica dos Jogos Rio 2016.

Após mudar Heleno da Defesa para o GSI, Bolsonaro afirmou que seu substituto seria um "quatro estrelas", mas falou-se também em indicar alguém da Marinha, já que o próximo governo já tem diversos nomes do Exército e também um ministro da Aeronáutica.

Mourão, Heleno e o próprio Bolsonaro são militares da reserva do Exército, enquanto o futuro ministro da Ciência e Tecnologia será o astronauta Marcos Pontes, que é da reserva da Força Aérea. Além disso, o general da reserva Oswaldo Ferreira pode ser apontado como futuro ministro da Infraestrutura.

Ministros anunciados

Azevedo e Silva é o sétimo ministro anunciado para compor o governo de Bolsonaro.

Paulo Guedes, que está no comando das principais reformas da próxima gestão, assumirá um "superministério" da Economia, que deve reunir Fazenda, do Planejamento e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O juiz federal Sérgio Moro vai comandar o "superministério" da Justiça e da Segurança Pública. A pauta de atuação no combate à violência e à corrupção ainda está em processo de elaboração.

Onyx Lorenzoni, que lidera a equipe de transição, ficará como ministro da Casa Civil.

O general Augusto Heleno foi designado para o Gabinete de Segurança Institucional.

Tereza Cristina, presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), aceitou o convite para ficar à frente do Ministério da Agricultura.

O Tenente-Coronel Marcos Pontes irá para o Ministério da Ciência e Tecnologia. Ele é o primeiro brasileiro a ir para o espaço.

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