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Após aprovação pelo Senado, Bolsonaro nomeia Augusto Aras para PGR

Subprocurador foi aprovado pelos senadores por 68 votos a 10 e assume por dois anos o cargo de procurador-geral da República

Augusto Aras: subprocurador foi sabatinado e aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (Adriano Machado/Reuters)

Augusto Aras: subprocurador foi sabatinado e aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (Adriano Machado/Reuters)

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Estadão Conteúdo

25 de setembro de 2019, 20h33

Após ter o nome aprovado pelo Senado nesta quarta-feira, 25, o subprocurador-geral da República Augusto Aras foi nomeado para exercer o cargo de procurador-geral da República, na vaga decorrente do término do primeiro mandato de Raquel Dodge. O Decreto presidencial com a nomeação de Aras está publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

Aras passou hoje por sabatina dos senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que aprovou sua indicação. Em seguida, o plenário do Senado também aprovou o nome de Aras com 68 votos favoráveis, 10 contrários e uma abstenção.

Em uma reunião amigável, com pouco enfrentamento, Aras criticou temas caros ao governo de Jair Bolsonaro, como ao defender "correções" na Operação Lava Jato. Também elogiou a lei de abuso de autoridade ­- "pode produzir um bom efeito" - e se disse a favor do compartilhamento de informações entre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Ministério Público.

A sabatina, que começou pouco após as 10h, durou 5h30min, menos do que o previsto e também mais curta do que a de antecessores no cargo - a sabatina de Raquel Dodge levou quase 8h, enquanto a de Rodrigo Janot, 10h30.