Brasil

Anvisa aprova cinco novos medicamentos genéricos

Os genéricos aprovados tratam câncer, mal de Parkinson; colesterol alto, esquizofrenia, aids e hepatite B

A Anvisa informou que a autorização atende à política de priorizar o registro de medicamentos que ainda não têm genérico (Roberto Stelzer/VEJA)

A Anvisa informou que a autorização atende à política de priorizar o registro de medicamentos que ainda não têm genérico (Roberto Stelzer/VEJA)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de fevereiro de 2011 às 21h05.

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a entrada de cinco novos medicamentos genéricos no mercado.

Os genéricos aprovados foram a dacarbazina, usada contra o câncer; a entacapona, utilizada no tratamento do mal de Parkinson; a rosuvastina cálcica, para diminuir o colesterol; a quetiapina, prescrita em casos de esquizofrenia e o tenofovir, contra aids e hepatite B.

Com a liberação da agência reguladora, o Ministério da Saúde anunciou a produção de 9 milhões de comprimidos do genérico do tenofovir, fabricados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). O primeiro lote deve ser produzido a partir do próximo mês. Cerca de 64 mil pessoas com aids usam o medicamento no país. O ministério prevê ainda uma economia de R$ 80 milhões por ano.

Os genéricos são mais baratos que os remédios de marca em pelos menos 35%. Eles possuem o mesmo princípio ativo do medicamento de referência, inclusive dose e fórmula farmacêutica.

A Anvisa informou que a autorização atende à política de priorizar o registro de medicamentos que ainda não têm genérico ou apontados como prioridade pelo Ministério da Saúde. Nos últimos nove anos, a agência reguladora autorizou, em média, 300 registros de genéricos por ano.

Acompanhe tudo sobre:GovernoSaúdeServiçosServiços de saúdeSetor de saúde

Mais de Brasil

Rio Grande do Sul tem 1.380 casos notificados de leptospirose e quatro mortes confirmadas

Linha de crédito a empresas maiores do RS envolve grande mobilização de recursos, diz Durigan

Topázio Neto lidera disputa em Florianópolis com 44,7%, aponta pesquisa Futura/100% Cidades

Mais na Exame