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Advogada da Lava Jato se diz ameaçada em entrevista

Em entrevista ao Jornal Nacional, Beatriz Catta Preta diz que decidiu deixar a defesa de clientes na Lava Jato porque se sentiu ameaçada por integrantes de CPI

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A advogada criminal Beatriz Catta Preta, em entrevista ao Jornal Nacional (Reprodução/TV Globo)

A advogada criminal Beatriz Catta Preta, em entrevista ao Jornal Nacional (Reprodução/TV Globo)

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Jonas Carvalho

Publicado em 30 de julho de 2015 às, 21h50.

São Paulo - A advogada Beatriz Catta Preta, que defendeu executivos e conduziu acordos de delação premiada na Operação Lava Jato, disse que deixou o caso de uma hora para outra após se sentir intimidada e ameaçada por integrantes da CPI da Petrobras, disse em entrevista ao Jornal Nacional.

Ela não citou nomes, mas afirmou que decidiu também encerrar a carreira, por zelar pela segurança de sua família.

Ao ser questionada se havia deixado o país para morar em Miami, a advogada afirmou que saiu de férias.

“Nunca cogitei sair do país, ou fugir do país como está sendo dito na mídia”, disse na entrevista.

Beatriz também disse que não recebeu ameaças de morte nem ameaças diretas, mas que “elas vêm de forma velada. Elas vêm cifradas”.

Advogada criminal há 18 anos, Beatriz Catta Preta é considerada uma das maiores especialistas em delação premiada e defendeu nove executivos presos na Operação Lava Jato, entre eles Pedro Barusco e Paulo Roberto Costa, ex-dirigentes da Petrobras, e o consultor Júlio Camargo.

Camargo acusou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de receber 5 milhões de dólares para viabilizar um contrato com a estatal.

Beatriz foi convocada pela CPI para explicar seus honorários. A convocação havia sido aprovada no dia 9 de julho, mas foi derrubada, após habeas corpus da OAB, pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que chamou a atitude dos parlamentares de “inadmissível”.

Texto atualizado às 21h41

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