Um ranking divulgado anualmente pelo CNET mostra os smartphones mais nocivos à saúde dos consumidores. Apesar de terem níveis altos de radiação, os aparelhos não fazem mal à saúde. Eles apenas estão perto da meta determinada pela FCC, uma espécie de Anatel dos Estados Unidos, de quanta potência elétrica transmitida por radiofrequência o corpo humano absorve. O máximo permitido é que um dispositivo móvel tenha 1,6 watt por quilograma. Essa média é chamada de SAR(Specific Absorption Rate, índice de absorção específica, em tradução livre).
Confira a lista de smartphones a seguir.
Seleção com oito modelos disponíveis no Brasil compara robôs básicos, intermediários e premium para diferentes tamanhos de casa e níveis de exigência com limpeza úmida
Revisar permissões, trocar a localização exata pela aproximada e apagar históricos de conta são medidas que reduzem o rastreamento sem prejudicar o uso do celular
Apps gratuitos como CapCut, Edits e Adobe Firefly transformam foto em clipe e geram legendas automáticas, mas impõem limites diários de uso para a geração de cenas por texto