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Pequeno empresário continua otimista, aponta Insper

O Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios manteve-se estável, registrando boas perspectivas dos empresários para o próximo trimestre

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Os empresários do comércio só perderam para o nível de confiança do setor de serviços (.)

Os empresários do comércio só perderam para o nível de confiança do setor de serviços (.)

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Priscila Zuini

Publicado em 10 de outubro de 2010 às, 03h34.

São Paulo - O Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN), elaborado a cada três meses pelo instituto de ensino e pesquisas Insper, em parceria com o banco Santander, mostra que os pequenos empresários estão otimistas em relação ao próximo trimestre.

Em uma escala de 0 a 100, a medição ficou na marca dos 75,4 pontos, só 0,5 ponto acima do último indicador. "Um resultado ligeiramente superior do que o último indica uma estabilização do otimismo", explica o professor de economia do Insper, José Luiz Rossi.

O estudo analisa a percepção dos empresários em relação a seis pontos: a economia do país, o ramo de atuação, o faturamento, o lucro, os funcionários e o investimento em infraestrutura. Foram consultadas 1200 empresas de todo o país, com faturamento de até 30 milhões de reais ao ano e de três setores principais: serviços, indústria e comércio. Os empresários do setor de serviços foram os que se mostraram mais otimistas em relação ao terceiro trimestre, seguidos pelos do comércio e da indústria.

Sobre o que o próximo governo pode fazer para melhorar o ambiente de negócios, os pequenos e médios empresários garantem que a prioridade é a reforma tributária, seguida por redução na taxa de juros e investimento em qualificação de mão de obra. 

O índice começou a ser feito em 2008 e registrou alta nos últimos três trimestres. Na análise regional, o Nordeste teve o maior crescimento no nível de confiança. "Esse crescimento pode ter sido impulsionado pelo fato da região ter mais empresas que atendem ao mercado doméstico", explica Rossi.
 

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