Negócios

Vivo, TIM e Claro defendem compra da Oi

A Oi disse que a venda das suas redes móveis é essencial para que o grupo continue relevante, concentrando seus recursos para o desenvolvimento da banda larga por fibra óptica

TIM, Telefônica e Claro cobram Oi em procedimento de arbitragem (Paulo Whitaker/Reuters)

TIM, Telefônica e Claro cobram Oi em procedimento de arbitragem (Paulo Whitaker/Reuters)

MD

Matheus Doliveira

Publicado em 19 de junho de 2021 às 09h03.

Priorizar nos meus resultados Google

A Oi e o consórcio Vivo, TIM e Claro encaminharam nesta semana ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) manifestações para rebater as críticas que sofrem de agentes de mercado contrários à transação entre as empresas.

O consórcio Vivo, TIM e Claro pediu ao Cade que a transação seja aprovada sem restrições, pois envolve, na sua visão, o melhor arranjo competitivo possível e "não gera preocupações concorrenciais". As teles disseram que será mantida "intensa rivalidade" no mercado de internet e telefonia móveis, sem poder coordenado entre elas, uma vez que o setor é inovador, dinâmico e competitivo.

O trio lembrou que está ocorrendo uma saída voluntária da Oi do ramo após perder capacidade de investir e rivalizar e a divisão dos ativos será feita dentro dos limites de radiofrequência que cada empresa pode deter.

Além disso, acrescentam que não houve uma proposta alternativa de compra da Oi Móvel além delas. Vale lembrar que a Highline do Brasil chegou a fazer proposta vinculante, mas acabou desistindo de participar do leilão.

Em uma manifestação separada, a Oi disse que a venda das suas redes móveis é essencial para que o grupo continue relevante, concentrando seus recursos para o desenvolvimento da banda larga por fibra óptica.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:VivoTIMOiClaroTelefoniaCade

Mais de Negócios

Dono do Cruzeiro tem 420 supermercados, 50 mil funcionários e fatura R$ 26 bilhões

'Fazer mais pode travar seu negócio': o erro que custa caro na hora de crescer no digital

Como esta fintech brasileira quer acabar com códigos, senhas e etapas extras nos pagamentos online

De chope grátis a descontos: comerciantes do Centro de SP criam rede de benefícios para consumidores