Negócios

Panasonic planeja cortar pela metade cobalto em baterias para carros

Fabricantes têm buscado reduzir o conteúdo de cobalto em baterias de lítio, conforme os preços de minerais mais raros cresceram nos últimos anos

Panasonic: fornecedora exclusiva de baterias para a atual produção de modelos da Tesla visa desenvolver baterias sem cobalto, mas não tem previsão (Yuya Shino/Reuters)

Panasonic: fornecedora exclusiva de baterias para a atual produção de modelos da Tesla visa desenvolver baterias sem cobalto, mas não tem previsão (Yuya Shino/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 12 de julho de 2018 às 14h34.

Última atualização em 12 de julho de 2018 às 14h37.

Priorizar nos meus resultados Google

Tóquio- A Panasonic planeja reduzir pela metade o conteúdo de cobalto em suas baterias automotivas produzidas em larga escala em um período de "dois a três anos", disse um executivo do conglomerado japonês nesta quinta-feira, conforme produtoras de baterias buscam reduzir custos.

"Do ponto de vista de pesquisa e desenvolvimento, nós já alcançamos tais baterias", disse Yoshio Ito, chefe do negócio automotivo da Panasonic, durante uma mesa redonda com a mídia.

"Mas nós precisamos avançar vários processos de evolução" antes de iniciar produção em massa, disse ele.

A Panasonic, fornecedora exclusiva de baterias para a atual produção de modelos da Tesla, disse anteriormente que visava desenvolver baterias sem cobalto, mas não deu uma previsão de quando.

Fabricantes de baterias têm buscado reduzir o conteúdo de cobalto em baterias de lítio, conforme os preços de minerais mais raros cresceram nos últimos anos, e com a expectativa de que a ampla disseminação de carros elétricos leve à escassez de cobalto.

Acompanhe tudo sobre:TeslaPanasonicBaterias

Mais de Negócios

Filho do fundador do CNA aposta em playgrounds pet e quer levar a Outdog ao Brasil inteiro

Squad.com recebe aporte da Vivo e levará tour de IA a lojas da operadora pelo Brasil

Por que a Ri Happy pediu recuperação extrajudicial? Entenda a dívida de R$ 827 milhões

Ele transformou resíduos em um negócio de R$ 72 milhões. Agora quer monitorar água com franquias