Negócios

Lucro da Accor cai para 703 milhões de euros

A Accor, rede de hotelaria e serviços corporativos, teve lucro, excluídos os impostos, de 703 milhões de euros em 2002. A meta da empresa anunciada durante o ano era de 700 milhões de euros, mas fica bem abaixo do registrado em 2001: 758 milhões de euros. O único indicador que subiu foi o fluxo de […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de fevereiro de 2011 às 18h39.

Priorizar nos meus resultados Google

A Accor, rede de hotelaria e serviços corporativos, teve lucro, excluídos os impostos, de 703 milhões de euros em 2002. A meta da empresa anunciada durante o ano era de 700 milhões de euros, mas fica bem abaixo do registrado em 2001: 758 milhões de euros. O único indicador que subiu foi o fluxo de caixa livre da empresa, que cresceu 7,5%, para 645 milhões de euros. O dividendo a ser aprovado pelos acionistas em 20 de maio de 2003 está inalterado em 1,05 euro.

Segundo informações divulgadas pela empresa, em geral, a margem de EBITDA consolidada manteve-se em 27,1% das vendas, em comparação a 27,0% em 2001. Segundo a empresa esse resultado foi possíve pelo "rígido gerenciamento e controle eficiente das operações".

A empresa acredita que os resultados da empresa foram prejudicados pela crise mundial no setor de turismo, mas que suas operações na França ajudaram a manter o resultado. Em comunicado oficial, a empresa afirmou que suas operações na área de serviços foram prejudicadas pela desvalorização do câmbio em países da América do Sul.

Para 2003, a empresa pretende elevar sua participação de mercado e manter a expansão, com investimentos mais seletivos.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasLucroHotéisEmpresas francesasHotelariaAccor

Mais de Negócios

A marca de sorvetes que vende 13 milhões de picolés por ano e quer superar R$ 80 milhões com a Cimed

Rede que mira R$ 246 milhões leva fliperamas ao cinema e testa novo negócio em São Paulo

Cimed investe R$ 80 milhões para levar cosméticos coreanos às farmácias brasileiras

Ele superou dívida milionária e lidera a maior escola de oratória do Brasil, que mira R$ 220 milhões