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Cade aprova compra da Monsanto pela Bayer, mas impõe condições

O Cade entendeu que a operação de venda dos ativos para a Basf foi suficiente para fazer frente às preocupações concorrenciais geradas pela operação

Bayer: a compra criou a maior companhia integrada de defensivos e sementes do mundo (John Macdougall/AFP/AFP)

Bayer: a compra criou a maior companhia integrada de defensivos e sementes do mundo (John Macdougall/AFP/AFP)

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Reuters

Publicado em 7 de fevereiro de 2018 às 17h22.

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Brasília - O plenário do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira a compra da norte-americana Monsanto pela alemã Bayer, mediante condições, como a já anunciada venda de um pacote de ativos na área de sementes e herbicidas para a Basf.

A proposta do relator, conselheiro Paulo Burnier, teve quatro votos, incluindo o dele. Dois outros conselheiros, Cristiane Alkmin e João Paulo Resende, votaram contra.

O Cade entendeu que a operação de venda dos ativos para a Basf foi suficiente para fazer frente às preocupações concorrenciais geradas pela operação entre Monsanto e Bayer.

A compra da Monsanto pela Bayer, por 66 bilhões de dólares, quando anunciada em setembro de 2016, criou a maior companhia integrada de defensivos e sementes do mundo.

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