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Covid-19: Reino Unido aplica 1ª dose da vacina da Universidade de Oxford e AstraZeneca

Idoso de 82 anos foi o primeiro a ser vacinado, a apenas alguns metros de onde a vacina foi desenvolvida

Às 7h30 desta segunda-feira (4), um gerente de manutenção aposentado de 82 anos foi a primeira pessoa no mundo fora dos testes clínicos a receber a vacina contra covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.

Brian Pinker, um paciente de diálise, recebeu a injeção no Hospital Churchill da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a alguns metros de onde a vacina foi desenvolvida, informou o jornal inglês The Guardian.

A aprovação emergencial da vacina aconteceu no dia 30 de dezembro. O NHS já dispõe de 520.000 doses preparadas para distribuição.

Pinker, que se descreve como “nascido e criado em Oxford”, disse em um comunicado divulgado pelo NHS que a injeção lhe daria paz de espírito enquanto continuava a receber tratamento, e que estava ansioso para comemorar seu 48º aniversário de casamento, em fevereiro. "Estou muito feliz de receber esta vacina de covid hoje e muito orgulhoso que tenha sido desenvolvida em Oxford", afirmou.

Com mais de 75.000 mortes, o Reino Unido é um dos países da Europa mais afetados pela covid-19. Quase 55.000 pessoas testaram positivo para a doença nas últimas 24 horas, superando a marca de 50.000 pelo sexto dia consecutivo, de acordo com os dados oficiais publicados no domingo.

O Reino Unido, que já aplicou em mais de um milhão de pessoas a vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech - da qual também foi o primeiro país a aprovar -, enfrenta uma nova onda de contágios desde a descoberta em dezembro de uma nova cepa do coronavírus muito mais transmissível que as anteriores.

Vacina no Brasil

O Brasil ainda não teve uma vacina aprovada contra a covid-19 e as datas de início da vacinação são incertas. Mas a vacina de Oxford e AstraZeneca é uma com acordo feito junto ao governo brasileiro.

Os próximos dias devem ter os lances finais para as duas vacinas que podem ser produzidas aqui, tanto a da AstraZeneca quanto a da Sinovac. 

A AstraZeneca afirmou que documentos para a aprovação da vacina devem ser entregues à Anvisa em 15 de janeiro. Falta a explicação sobre a eficácia diferente entre uma e duas doses, que surgiu após os resultados divulgados no ano passado

O Instituto Butantan também deve submeter à Anvisa o pedido de registro da Coronavac até 10 de janeiro. Antes disso, falta a divulgação dos dados de eficácia, que estava prevista para dezembro mas foi adiada -- segundo o governo paulista, o motivo foi um pedido da própria Sinovac, que gostaria de divulgar os resultados globalmente e de forma unificada.

Na ocasião, o governo paulista afirmou que o imunizante havia atingido o "limiar da eficácia", com a expectativa de que seja portanto maior que 50%.

 

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