Mercados

Ações caem após Boehner apoiar ataque à Síria

Ações europeias fecharam em queda nesta terça-feira em resposta às preocupações sobre a Síria que ofuscaram a alta de 34% na Nokia


	Investidor da Bolsa de Londres: índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 0,38%, a 1.212 pontos, depois de atingir máxima em uma semana mais cedo na sessão
 (Jason Alden/Bloomberg)

Investidor da Bolsa de Londres: índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 0,38%, a 1.212 pontos, depois de atingir máxima em uma semana mais cedo na sessão (Jason Alden/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de setembro de 2013 às 15h07.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - As ações europeias fecharam em queda nesta terça-feira em resposta às preocupações sobre a Síria que ofuscaram a alta de 34 por cento na Nokia após a Microsoft concordar em comprar a divisão de celulares da empresa finlandesa.

O índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 0,38 por cento, a 1.212 pontos, depois de atingir máxima em uma semana mais cedo na sessão.

A possibilidade de um ataque norte-americano contra o regime sírio ganhou corpo na mente dos investidores após o presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, afirmar que apoia os esforços do presidente Barack Obama por intervenção militar.

Os investidores já estavam cautelosos depois que Israel testou um sistema antimísseis financiado pelos Estados Unidos no Mediterrâneo, nesta terça-feira, sem aviso prévio. Os mísseis foram detectados pela Rússia, o que colocou o mundo em alerta.

A Nokia, que já foi a maior fabricante de celulares do mundo, mas ficou para trás na revolução dos smartphones, afirmou que venderá sua divisão de celulares para a Microsoft por 5,44 bilhões de euros.

Acompanhe tudo sobre:Mercado financeiroZona do EuroFTSE

Mais de Mercados

Raízen aprova recuperação extrajudicial e prevê capitalização de até R$ 39,8 bi

Só 12 ações do Ibovespa subiram em outubro; veja quais escaparam do tombo

Ibovespa cai 18% desde reeleição de Lula e tem pior semana em quase 7 anos

Dólar tem maior alta semanal desde crise de 2008 e avança 9% no pós-eleição