ESG

Pacheco pode pautar marco do mercado de carbono neste mês, diz Padilha

Segundo o ministro, a recuperação do texto já aprovado no Senado que, como lembrou, foi um grande acordo com o setor do agronegócio, servirá de base das discussões

Agenda: segundo Padilha, o governo pretende ter a aprovação do projeto do Combustível do Futuro "neste ano, se possível neste semestre" (Mateus Bonomi/Getty Images)

Agenda: segundo Padilha, o governo pretende ter a aprovação do projeto do Combustível do Futuro "neste ano, se possível neste semestre" (Mateus Bonomi/Getty Images)

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 12 de abril de 2024 às 16h13.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, clamou nesta sexta-feira, 12, o Congresso a aprovar temas que fazem parte da agenda prioritária do governo, como projetos de lei ligados à agenda verde. Entre os projetos em discussão, ele comentou que está confiante na aprovação do marco regulatório do mercado de carbono ainda este ano.

Segundo ele, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) quer colocar o projeto para votar já em abril. "Vamos ter como base a recuperação do texto que já tinha sido aprovado no Senado que foi um grande acordo com o setor do agronegócio", disse.

O ministro também citou sobre o projeto do Combustível do Futuro que o governo pretende ter aprovado "neste ano, se possível neste semestre", e o das Patentes, com expectativa de votar "o mais rápido possível".

Jabutis

Por fim, Padilha comentou sobre o projeto de lei das eólicas offshore, votado na Câmara com diversos jabutis. "Ali, quero deixar explícito, existem temas que inclusive entram em choque com a expectativa de transição energética e transição ecológica, então o governo vai trabalhar no Senado para a gente recuperar a ideia original das eólicas offshore. O tema específico em relação a este mercado tão importante para investimento no Brasil pode liderar com força, excluindo temas que entraram de outras matrizes energéticas que consideramos não adequado serem discutidos naquele projeto", disse.

Padilha disse estar otimista com essas agendas porque que "são temas que não são de governo ou de oposição", mas unem a agenda do Congresso Nacional. "Tenho convicção absoluta que vão ser aprovados inclusive com maioria muito mais ampla, porque não são de governo ou oposição, são temas que unificam o Brasil."

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