• BVSP 120.294,68 pts +0,8%
  • USD R$ 5,6544 +0,0000
  • EUR R$ 6,7765 +0,0006
  • ABEV3 R$ 15,83 +1,28%
  • BBAS3 R$ 29,58 +0,10%
  • BBDC4 R$ 25,86 +1,41%
  • BRFS3 R$ 24,28 -1,22%
  • BRKM3 R$ 46,89 -0,04%
  • BRML3 R$ 9,71 -1,52%
  • BTOW3 R$ 67,13 -2,68%
  • CSAN3 R$ 90,18 +0,34%
  • ELET3 R$ 34,35 -1,18%
  • EMBR3 R$ 16,18 +2,66%
  • Petróleo US$ 66,19 -0,05%
  • Ouro US$ 1.738,90 +0,15%
  • Prata US$ 25,51 -0,05%
  • Platina US$ 1.177,00 +0,14%

Capacidade de energia a carvão cai pela primeira vez. É o início do fim?

Fechamento de usinas supera a abertura de novas unidades, apesar da aceleração da China no setor. Queda marca ponto de inflexão do combustível fóssil

A capacidade global de energia a carvão caiu pela primeira vez no primeiro semestre de 2020 diante do maior número de fechamentos de usinas e projetos suspensos devido à pandemia de coronavírus.

O fechamento de usinas, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, superou a abertura de unidades, das quais mais de 60% estavam na China, de acordo com relatório da Global Energy Monitor. A queda líquida de 2,9 gigawatts pode ser pequena — pouco mais de 0,1% da capacidade mundial de geração a carvão —, mas marca um ponto de inflexão na queima do combustível fóssil mais poluente para produzir eletricidade.

“A pandemia de covid-19 interrompeu o desenvolvimento de usinas a carvão no mundo todo e oferece uma oportunidade única para os países reavaliarem seus planos de energia futuros e escolherem o caminho de custo ideal, que é substituir a energia a carvão por energia limpa”, disse Christine Shearer, diretora do programa para carvão da Global Energy Monitor.

À medida que economias desenvolvidas na Europa e na América do Norte migram cada vez mais para fontes de energia mais limpas, empresas de mineração miram países asiáticos de rápido crescimento para impulsionar a demanda por combustíveis fósseis poluentes. Ainda assim, a demanda mundial por carvão deve registrar a maior queda anual desde a Segunda Guerra Mundial, sob o impacto da pandemia sobre a atividade econômica, segundo previsão feita em abril pela Agência Internacional de Energia.

O ritmo de construções na Ásia está diminuindo. Países como Bangladesh e Vietnã avaliam limitar ou adiar novas usinas de carvão, de acordo com a Global Energy Monitor, que reúne informações de fontes públicas, como artigos na mídia e agências não governamentais.

A expansão da energia a carvão da China agravaria o excesso de capacidade, de acordo com o relatório, citando um estudo da Universidade de Maryland segundo o qual a taxa de utilização média das usinas a carvão do país poderia cair para 45% até 2025.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 12,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
Assine

exame digital + impressa

R$ 29,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa mensal.

  • Frete grátis
Assine

Já é assinante? Entre aqui.