Economia

Petrobras reduz preço médio do diesel em 1,52% e mantém o da gasolina

Valor médio do diesel será o mais baixo desde 22 de fevereiro

Combustível: Petrobras reduzirá em 1,52 por cento o preço médio do diesel em suas refinarias a partir de quarta-feira (Reprodução/Getty Images)

Combustível: Petrobras reduzirá em 1,52 por cento o preço médio do diesel em suas refinarias a partir de quarta-feira (Reprodução/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 19 de março de 2019 às 09h21.

Última atualização em 19 de março de 2019 às 13h25.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro — A Petrobras reduzirá em 1,52 por cento o preço médio do diesel em suas refinarias a partir de quarta-feira, para 2,1120 reais por litro, menor valor em quase um mês, segundo informações no site da companhia nesta terça-feira.

O valor médio do diesel será o mais baixo desde 22 de fevereiro, quando a Petrobras comercializava o combustível fóssil a 2,0505 reais por litro.

É a segunda queda do diesel na semana. Nesta terça-feira, a companhia havia reduzido em 1,94 por cento o valor médio do combustível, após ele ter sido comercializado por sete dias a uma máxima de mais de quatros meses, a 2,1871 reais por litro.

A gasolina, por sua vez, será mantida em 1,8326 real por litro, ainda o maior valor médio desde 2 de novembro do ano passado, quando o combustível foi comercializado a 1,8466 real por litro, segundo dados da estatal.

A política de preços da Petrobras prevê que a empresa realize reajustes conforme considerar necessário, sempre em busca de seguir a paridade internacional, além da rentabilidade.

A petroleira utiliza para cálculo indicadores como câmbio e barril do petróleo, além de mecanismos de hedge para aliviar a frequência dos reajustes.

Os contratos futuros do petróleo subiam para novas máximas de 2019 nesta terça-feira, apoiados pelos cortes de oferta da Opep e pela queda na produção do Irã e da Venezuela, devido às sanções dos Estados Unidos.

Acompanhe tudo sobre:PetrobrasGasolinaÓleo diesel

Mais de Economia

IPCA sobe 0,82% em setembro, puxado pela conta de luz e alimentos

Durigan diz ter dificuldade de entender 'euforia' do mercado após 1º turno

Reforma tributária: sistema de gestão virou obrigatório para a PME, mas não resolve sozinho

Desgaste de Lula e tensão com STF pesam mais que economia favorável, diz economista