Economia

Periferia do Euro está longe do perigo apesar de yields

Segundo analista da Standard & Poor's, custos de empréstimo dos membros endividados da zona do euro ainda estão longe da "zona de perigo"


	Manifestante com a bandeira grega: analista-chefe de dívida soberana da S&P disse que não há nenhuma grande ameaça com as medidas dos Estados Unidos
 (John Kolesidis/Reuters)

Manifestante com a bandeira grega: analista-chefe de dívida soberana da S&P disse que não há nenhuma grande ameaça com as medidas dos Estados Unidos (John Kolesidis/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de junho de 2013 às 10h48.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - Os custos de empréstimo dos membros endividados da zona do euro ainda estão longe da "zona de perigo", apesar do recente aumento nos yields, disse o analista-chefe de dívida soberana da Standard and Poor's, Moritz Kraemer, nesta terça-feira.

Indicações de que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, está se preparando para reduzir seu programa de suporte e sinais de que o Banco Central Europeu (BCE) possa estar se distanciando de mais afrouxamento de política levaram a vendas generalizadas nos títulos de dívida do governo da zona do euro no mês passado.

Entretanto, Kraemer, analista-chefe de dívida soberana da S&P para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África), disse que não há nenhuma grande ameaça com as medidas.

"Com todo o movimento que nós temos visto por volta da última quinzena... nós estamos bem longe da zona de perigo onde estávamos no último verão (no hemisfério norte), por exemplo. Muitos desses países têm feito muitos pré-financiamentos, portanto não há ameaça imediata com isso", disse Kraemer.

Acompanhe tudo sobre:Agências de ratingStandard & Poor'sEndividamento de paísesZona do Euro

Mais de Economia

O evento que reunirá 500 executivos em Miami para discutir o futuro da América Latina

Governo prorroga subsídio do diesel por 30 dias; valor segue em R$ 2,12

Após queda da Bolsa, Durigan promete medida para reforçar meta fiscal

A eleição acabou. O que falta ser feito na reforma tributária?