"Panama Papers" permitiu recuperação de US$ 1,2 bilhão por 22 países

Investigação incluiu mais de 100 jornais e revelou que 140 empresários, líderes políticos e bilionários tinham bens ocultos em paraísos fiscais

Três anos depois das revelações dos "Panama Papers", os 22 países afetados por este escândalo internacional de evasão fiscal conseguiram recuperar 1,2 bilhão de dólares, informou nesta terça-feira o consórcio de investigação que revelou o caso.

O fisco britânico recuperou das mãos dos sonegadores 252 milhões de dólares, a Alemanha 183 milhões, a França 136 milhões e a Austrália 92 milhões, informa um comunicado do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês).

Os Estados recuperaram 1,2 bilhão de dólares e o valor pode aumentar, indicou o ICIJ.

"Os 'Panama Papers' permitiram aos governos recuperar fundos ocultos e também, a longo prazo, modificar o comportamento e a atitude dos cidadãos", completa o consórcio.

Vários países abriram investigações judiciais sobre os 'Panama Papers', um vasto sistema de evasão fiscal organizado pelo escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca.

A investigação, que incluiu mais de 100 jornais, revelou entre outras coisas que 140 empresários, líderes políticos, estrelas de futebol e bilionários tinham bens ocultos em paraísos fiscais.

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