Acompanhe:

Não há razão para urgência em ação sobre dividendos da Petrobras, diz ministro do TCU

Em representação à Corte, o Ministério Público que atua junto ao TCU sugeriu, se o tribunal entendesse pertinente, a "imediata suspensão" da distribuição dos dividendos

Modo escuro

Continua após a publicidade
Augusto Nardes: "Não há motivo para temor nem razões para a adoção de qualquer medida de urgência, de natureza cautelar" (Adriano Machado/Divulgação)

Augusto Nardes: "Não há motivo para temor nem razões para a adoção de qualquer medida de urgência, de natureza cautelar" (Adriano Machado/Divulgação)

E
Estadão Conteúdo

Publicado em 8 de novembro de 2022 às, 15h04.

Última atualização em 8 de novembro de 2022 às, 15h13.

Relator do pedido para apurar a distribuição de dividendos da Petrobras, o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou não haver razão para adotar qualquer "medida de urgência" no caso. Em representação à Corte, o Ministério Público que atua junto ao TCU sugeriu, se o tribunal entendesse pertinente, a "imediata suspensão" da distribuição dos dividendos. A ação foi apresentada um dia após o conselho de administração da estatal aprovar o pagamento, calculado em R$ 43,68 bilhões.

Nardes, que ainda não despachou no processo, destacou que até a data do primeiro pagamento a Corte terá "tempo suficiente" para ouvir a Petrobras, "sanear os autos", analisar o mérito e verificar se procedem os fatos alegados na representação.

Assine a EXAME e fique por dentro das principais notícias que afetam o seu bolso. Tudo por menos de R$ 0,37/dia.

"Não há motivo para temor nem razões para a adoção de qualquer medida de urgência, de natureza cautelar. A data prevista para o pagamento da primeira das duas parcelas dos dividendos referentes ao resultado do terceiro trimestre de 2022 da Petrobras é 20 de dezembro (a segunda deverá ser paga em 19 de janeiro de 2023)", afirmou o ministro do TCU.

A petição do MP que atua junto ao TCU foi assinada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado.

Para ele, o TCU precisa avaliar a situação diante de possível risco à sustentabilidade financeira e esvaziamento da disponibilidade em caixa da estatal. "Ratifico minha preocupação no sentido de que possuo receio de que as eventuais distribuições possam comprometer a sustentabilidade financeira da Companhia no curto, médio e longo prazo, indo de encontro ao próprio Plano Estratégico da empresa", afirmou na peça apresentada na sexta-feira.

LEIA TAMBÉM: 

Últimas Notícias

Ver mais
Ibovespa sobe em dia de disparada da Petz, mas tem 3ª queda semanal; Emae cai após privatização
seloMercados

Ibovespa sobe em dia de disparada da Petz, mas tem 3ª queda semanal; Emae cai após privatização

Há 18 horas

Ataque de Israel contra Irã, petróleo, Campos Neto e Petrobras: os assuntos que movem o mercado
seloMercados

Ataque de Israel contra Irã, petróleo, Campos Neto e Petrobras: os assuntos que movem o mercado

Há 20 horas

Petrobras vai apresentar ao governo proposta de apoio à indústria naval, diz Prates
Economia

Petrobras vai apresentar ao governo proposta de apoio à indústria naval, diz Prates

Há um dia

Petrobras assina protocolo de intenções com empresa chinesa CNCEC
seloMercados

Petrobras assina protocolo de intenções com empresa chinesa CNCEC

Há um dia

Continua após a publicidade
icon

Branded contents

Ver mais

Conteúdos de marca produzidos pelo time de EXAME Solutions

Exame.com

Acompanhe as últimas notícias e atualizações, aqui na Exame.

Leia mais