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Índice do Custo de Vida perde força na capital paulista

Segundo Dieese, no mês anterior foi o reajuste dos planos de saúde que causaram impacto inflacionário e, em abril, o dos medicamentos

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	Pagamentos com cartão: dos dez setores pesquisados, três tiveram maior influência sobre o resultado: alimentação (1,18%), saúde (0,7%) e despesas pessoais (0,41%)
 (Pascal Le Segretain/Getty Images)

Pagamentos com cartão: dos dez setores pesquisados, três tiveram maior influência sobre o resultado: alimentação (1,18%), saúde (0,7%) e despesas pessoais (0,41%) (Pascal Le Segretain/Getty Images)

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Marli Moreira

Publicado em 9 de maio de 2014 às, 15h19.

São Paulo - O Índice do Custo de Vida (ICV) apresentou variação de 0,57% na cidade de São Paulo, em abril, abaixo da taxa registrada em março (0,81%), segundo o cálculo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em 12 meses, o índice acumula alta de 7,05% e, desde janeiro, 3,98%.

Segundo o Dieese, no mês anterior foi o reajuste dos planos de saúde que causaram impacto inflacionário e, em abril, o dos medicamentos.

Dos dez setores pesquisados, três tiveram maior influência sobre o resultado: alimentação (1,18%), saúde (0,7%) e despesas pessoais (0,41%). No caso dos alimentos, o índice ficou abaixo do registrado em março (1,72%).

Entre os itens alimentícios cujos preços mais subiram estão a batata (23,39%), a cebola (7,37%), os ovos (6,07%), as carnes (2,13%) e o feijão (4,26%). No ano, as carnes bovinas já subiram 19,25%; os ovos, 12,76%; e o leite em pó, 17,26%. Em abril, os legumes, que vinham apresentando alta, ficaram em média 11,14% mais baratos. Entre os destaques estão o chuchu (-31,78%), a vagem (-23,6%) e o quiabo (-13,78%).

O grupo equipamento doméstico teve queda de 0,13% e o de despesas diversas, de 0,04%, o que é considerado pelos economistas estabilidade. Em habitação, houve alta de 0,12%; em transporte, de 0,17%; em vestuário, de 0,18%; em educação e leitura, e recreação, de 0,27%.

A taxa de inflação pesou mais no orçamento das famílias com renda média de R$ 377,49, com um aumento de 0,75% ante 1%, em março. No acumulado em 12 meses, ocorreu variação de 6,46%.

Para as faixas de renda intermediária, que recebem em média R$ 934,17, o índice teve alta de 0,65% ante 0,94%, o que elevou em um ano, a taxa para 6,78%.

Em relação às famílias de maior poder aquisitivo, com renda média de R$ 2.792,90, o ICV ficou em 0,47% ante 0,68%. No acumulado de 12 meses, houve aumento de 7,32%.

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