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Governo corta projeção de alta do PIB em 2019 pela metade, para 0,81%

Previsão de crescimento oficial se aproxima da previsão de mercado, que está sendo reduzida há 18 semanas seguidas

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Inflação: governo também reviu a projeção para a inflação a 3,8% em 2019, sobre 4,1% antes (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

Inflação: governo também reviu a projeção para a inflação a 3,8% em 2019, sobre 4,1% antes (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

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Reuters

Publicado em 12 de julho de 2019 às, 10h23.

Última atualização em 12 de julho de 2019 às, 10h55.

Brasília — O Ministério da Economia revisou nesta sexta-feira, 12, a projeção oficial para o crescimento da economia neste ano, de 1 6% para 0,81%. O dado consta no Boletim MacroFiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

O porcentual anterior era de maio. Em junho, a projeção para o PIB já estava em 1,0%, mas este porcentual somente foi informado no documento desta sexta.

Com isso, a estimativa para o PIB ficou em linha com o número calculado pelo mercado, que vem sendo reduzido semana a semana.

Assim como o mercado, que já previa um crescimento abaixo de 1% em junho, o Banco Central já tinha reduzido sua previsão.

No último boletim Focus, feito pelo BC junto a uma centena de economistas, a expectativa era de alta de 0,82% para a atividade neste ano

A SPE informou ainda, pela primeira vez, suas projeções para o PIB nos anos de 2021, 2022 e 2023. Em todos os casos, a projeção é de alta de 2,5% para o PIB.

De acordo com a secretaria, essas projeções não incorporam o efeito completo da reforma da Previdência e as novas medidas que "beneficiarão a economia no curto prazo".

IPCA

O Ministério da Economia revisou a projeção oficial para o IPCA - o índice oficial de inflação - em 2019, de 4,1% para 3,8%.

Já a projeção para o INPC em 2019 passou de 4,8% para 4,0%. No caso do IGP-DI, a projeção deste ano passou de 6,1% para 6,6%.

No documento desta sexta, a SPE não divulgou seus parâmetros para a Selic (a taxa básica de juros) e o câmbio médio em 2019. Em documentos anteriores, estes dois parâmetros constaram no material.

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