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Focus reduz previsão de PIB em 2020; para 2019, número cai pela 20ª vez

Expectativa de alta para o Produto Interno Bruto em 2019 passou de 0,82% para 0,81% nesta segunda (15)

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Focus: o boletim prevê a Selic a 5,5% este ano (//Getty Images)

Focus: o boletim prevê a Selic a 5,5% este ano (//Getty Images)

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Reuters

Publicado em 15 de julho de 2019 às, 09h09.

Última atualização em 15 de julho de 2019 às, 10h08.

São Paulo — O mercado fez leves ajustes a suas perspectivas para o Brasil na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, reduzindo pela 20ª vez seguida a perspectiva para o crescimento econômico.

Para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, a estimativa de crescimento passou a 0,81%, de 0,82% no levantamento anterior. Para 2020 a conta também foi reduzida, em 0,1 ponto percentual, a uma expansão de 2,10%.

O movimento ocorre na esteira do corte apresentado pelo governo para a projeção de crescimento da economia este ano a 0,81%, sobre 1,6% anteriormente, chamando atenção para a lentidão da economia em função de choques e com os investimentos em compasso de espera pela reforma da Previdência.

O levantamento semanal apontou ainda que a expectativa para a alta do IPCA este ano é de 3,82%, ante 3,80% antes. Para 2020 a conta caiu em 0,01 ponto, a 3,90%.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Selic

Os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica de juros) no fim de 2019 e 2020. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 15, que a mediana das previsões para a Selic em 2019 seguiu em 5,50% ao ano. Há um mês, estava em 5,75%. Já a projeção para a Selic no fim de 2020 permaneceu em 6,00% ao ano, ante 6,50% de quatro semanas atrás.

No caso de 2021, a projeção passou de 7,50% para 7,00%, ante 7 50% de um mês antes. A projeção para a Selic no fim de 2022 permaneceu em 7,50%, igual ao verificado quatro semanas antes.

No dia 19 de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a manutenção, pela décima vez consecutiva, da Selic em 6,50% ao ano. Ao mesmo tempo, vinculou eventuais novos cortes da taxa ao andamento da reforma da Previdência no Congresso. A proposta foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados na semana passada.

No grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (Top 5) de médio prazo, a mediana da taxa básica em 2019 seguiu em 5,50% ao ano, ante 5,75% de um mês antes. No caso de 2020, passou de 6,00% para 6,25%, ante 6,50% de quatro semanas atrás.

A projeção para o fim de 2021 no Top 5 passou de 7,25% para 7 50%. Há um mês, estava em 7,50%. Para 2022, a projeção do Top 5 permaneceu em 7,00% ao ano, igual estava um mês antes

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