Economia

BCE vê pressões inflacionárias ainda fortes, mas riscos mais equilibrados

O documento ainda indica que, à medida que a crise energética se tornar menos aguda, será necessário "reverter subsídios de apoio dos governos em linha com a queda dos preços"

BCE: instituição também analisa que os riscos para as perspectivas de crescimento econômico e para a inflação tornaram-se mais equilibrados (Ralph Orlowski/Reuters)

BCE: instituição também analisa que os riscos para as perspectivas de crescimento econômico e para a inflação tornaram-se mais equilibrados (Ralph Orlowski/Reuters)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 16 de fevereiro de 2023 às 12h48.

Última atualização em 16 de fevereiro de 2023 às 12h57.

O Banco Central Europeu (BCE) destaca, em boletim publicado nesta quinta-feira, 16, que as pressões da inflação seguem fortes, em parte porque os altos custos de energia estão se espalhando em toda a economia. Entretanto, a instituição também analisa que os riscos para as perspectivas de crescimento econômico e para a inflação tornaram-se mais equilibrados.

"Em um nível global, pressões inflacionárias persistentes estão corroendo a renda disponível. Os gargalos nas cadeias da oferta globais continuaram a se normalizar, mas as interrupções na atividade econômica da China podem desencadear novos gargalos na cadeia", destaca o BCE.

O documento ainda indica que, à medida que a crise energética se tornar menos aguda, será necessário "reverter subsídios de apoio dos governos em linha com a queda dos preços". Entretanto, uma possível recuperação econômica mais forte do que o esperado na China "poderia dar novo impulso aos preços das commodities e à demanda externa".

Acompanhe tudo sobre:BCEeconomia-internacionalInflação

Mais de Economia

Governo avalia propostas para compensar desoneração da folha neste ano

Lula reclama de decisão do Banco Central sobre taxa de juros: ‘Uma pena que manteve’

Plano Real, 30 anos: Carolina Barros, do BC, e a jornada do Real ao Pix

Plano Real, 30 anos: dinheiro ainda é base de transações, mas 41% dos brasileiros preferem Pix

Mais na Exame