Investidor em Ação
Publicado em 26 de setembro de 2012 às 11h02.
Última atualização em 24 de fevereiro de 2017 às 09h17.
Ao mesmo tempo, a maioria das principais economias do globo se encontra em uma situação conhecida na teoria econômica como “armadilha da liquidez”, onde a política monetária perde a sua eficácia e resta, apenas, a política fiscal como instrumento de política econômica dos governos para estimular suas economias.
Nesse sentido, os governos deveriam atuar mediante estímulos fiscais para acelerar o crescimento econômico, estimular o emprego e a demanda interna em seus países – e não via medidas de política monetária, como o quantitative easing.
Mas como fazê-lo, se esses países se encontram em meio de uma tremenda crise fiscal; tanto na Europa quanto nos EUA? Esse é o dilema da política econômica da atualidade: tentar reativar as economias por meio de medidas pouco convencionais como o quantitative easing, sob o risco de estimular a inflação e a formação de bolhas especulativas, além de trazer desequilíbrio aos mercados financeiros mundiais.
Obs. Veja a parte 1 do artigo “Existe vida após o quantitative easing – QE?” em http://vocesa.abril.com.br/blog/opcoes-sem-misterio/2012/09/19/existe-vida-apos-o-quantitative-easing-qe-parte-1/.
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