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Quais lições a liderança pode aprender com a reviravolta no caso da OpenAI?

Diante da possibilidade de perder praticamente todos os seus talentos, a criadora do ChatGPT volta atrás e readmite Sam Altman. A estabilidade volta e a reflexão surge: o que tal episódio pode ensinar para as lideranças de qualquer organização?

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Sam Altman à posição de CEO da OpenAI (Joel Saget/Getty Images)

Sam Altman à posição de CEO da OpenAI (Joel Saget/Getty Images)

É de se esperar que uma demissão de alguém no cargo de CEO em uma empresa famosa dê o que falar. Todo o buchicho em torno do desligamento de Sam Altman da OpenAI, a organização por trás do tão comentado ChatGPT, não deve ter causado espanto no conselho, responsável pela decisão polêmica.

No entanto, parece que esse mesmo board foi pego de surpresa com o tamanho da comoção das pessoas que trabalham na organização: mais de 700 profissionais assinaram uma carta criticando a decisão e pedindo a volta de Altman. Se o pedido não fosse atendido, tais profissionais se juntariam ao ex-CEO.

Detalhe: a OpenAI tem cerca de 770 colaboradores, ou seja, praticamente todo mundo abandonaria o barco. No fim, restaria apenas um nome para a OpenAI.

Afinal, sem pessoas, não há conhecimento, não há inovação, não há desenvolvimento de soluções, nem qualquer outra coisa que mantém a estrutura de uma empresa de pé.

Qual foi o resultado de toda essa confusão?

Vocês já devem ter visto que, nesta quarta-feira, a OpenAI anunciou a volta de Sam Altman à posição de CEO, além da reformulação do board. Novas pessoas já sentam na cadeira do conselho e o executivo demitido na sexta-feira passada já aceitou a proposta.

Por hora, então, a paz parece ter voltado a reinar na criadora de soluções baseadas em inteligência artificial, mas a reflexão que fica é sobre a importância dos talentos para o sucesso de um negócio. Uma importância que é conhecida, mas, não raras vezes, ignorada.

Quantas vezes as pessoas na sua empresa não são tratadas apenas como números?

Quantas vezes elas são trocadas como se fossem uma simples peça de uma máquina?

Quantas organizações afirmam que valorizam o capital humano, mas agem totalmente diferente disso?

Qual é o peso do profissional em uma empresa?

Quero chamar a atenção aqui para o peso que os profissionais têm em uma empresa. E, mais ainda, o peso da quebra de uma relação de confiança.

A certa altura, as pessoas que escreveram o conteúdo da carta publicada nesta segunda-feira dizem assim: “não podemos trabalhar para ou com pessoas que carecem de competência, discernimento e cuidado com nossa missão e funcionários”.

A declaração é forte e acredito que deve servir de reflexão para todo mundo à frente de uma organização.

Para mim, o episódio recente serve de alerta para um fato que, vez ou outra, é ignorado: não existe empresa sem pessoas. Tampouco existe sucesso sem talentos, nem um negócio sustentável sem uma gestão humana e responsável.

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