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Petroquímicas de olho em engenheiros químicos

São Paulo – O aquecimento da indústria de petróleo e gás puxa demanda por profissionais formados em engenharia química. E faltam profissionais que tenham uma visão global do negócio como um todo. “Desde a perfuração dos poços de petróleo até o trabalho nas refinarias, as funções dos engenheiros químicos se dividem em elaborar fluídos para […]

Plataforma da Petrobras no Campo de Tupi, na Bacia de Santos.  (Divulgação)

Plataforma da Petrobras no Campo de Tupi, na Bacia de Santos. (Divulgação)

Talita Abrantes

Talita Abrantes

Publicado em 11 de abril de 2012 às 17h25.

Última atualização em 18 de outubro de 2016 às 11h49.

São Paulo – O aquecimento da indústria de petróleo e gás puxa demanda por profissionais formados em engenharia química. E faltam profissionais que tenham uma visão global do negócio como um todo.

“Desde a perfuração dos poços de petróleo até o trabalho nas refinarias, as funções dos engenheiros químicos se dividem em elaborar fluídos para estabilizar as condições da perfuração, criar meios para tratar o petróleo durante a produção e acompanhar todos os procedimentos de refinamento do produto final”, enumera Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos, especializada em recrutamento para o setor de óleo e gás.

Por atuar em todos as etapas de produção, o engenheiro químico que atua no setor precisa ter conhecimentos em administração e logística, além de geologia. “Ele deve entender o comportamento da matéria prima para desenvolver novas metodologias de extração e produção”, diz a especialista.

Inglês fluente e domínio de ferramentas de programação também são novas exigências do setor. “Ele precisa entender de linguagem de programação para ajudar no desenvolvimento de softwares específicos para a área”, afirma Denise.

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