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Este era o segredo de Darwin – e outros gênios – para a criatividade

Saiba o que é multitarefa em câmera lenta – e descubra como isso ajudava Darwin e Einstein

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Darwin (dan_wrench/Thinkstock)

Darwin (dan_wrench/Thinkstock)

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Da Redação

Publicado em 2 de março de 2019 às, 06h00.

Última atualização em 2 de março de 2019 às, 16h05.

Menos conhecida do que seu trabalho revolucionário sobre a evolução das espécies, foi a dedicação de Charles Darwin a estudar as minhocas. Principalmente, as respostas desses animais a estímulos diversos – como luz, cheiros, temperatura e sons.

Esse trabalho ele levava em paralelo às suas pesquisas e obras que ainda hoje são fundamentais para a Ciência. E o que tirar dessa atividade extra do naturalista? Segundo o economista e autor Tim Harford, o estudo das minhocas são um exemplo de um segredo de criatividade e produtividade utilizado por Darwin, Albert Einstein, por uma das maiores bailarinas da dança contemporânea, Twyla Tharp, e por Michael Crichton, autor de Jurassic Park, entre outras histórias de ficção-científica.

Trata-se do que ele chama de “multitasking em câmera lenta” (multitasking in slow-motion). Com efeitos positivos na capacidade de criar, segundo Harford, essa técnica, detalhada pelo economista em seu TED Talk, pode ser aplicada por qualquer um.

O que é multitasking em câmera lenta – e como isso ajudava Darwin (e Einstein)

Como Harford observa em sua palestra, ser multitarefas não é algo recomendado, de forma geral. Alternar entre atividades atrapalha a concentração e drena energia. Mas, de acordo com ele, o mesmo não acontece com o multitasking em câmera lenta, que, basicamente, é levar vários projetos paralelamente.

“Ter vários projetos em movimento ao mesmo tempo”, diz ele, “é bastante benéfico para os tipos criativos – nos sacode e ajuda a termos novas perspectivas sobre nosso trabalho.”

Na prática, significa alternar entre os projetos – que preferencialmente não têm relação com os outros, como um hobby – quando se sentir bloqueado criativamente, esgotado ou paralisado em certa atividade. Para o economista, isso diminui as chances de que o profissional sucumba à “estase, estresse e possivelmente até depressão.”

É isso que Darwin fazia quando dedicava-se ao estudo específico das minhocas. Einstein, por sua vez, alternava para o estudo da radiação quando estava cansado de trabalhar na teoria da relatividade geral.

Não são só gênios como Einstein e Darwin que podem se beneficiar: para o economista, manter-se ativo em diversas atividades de interesse é uma das melhores formas com que qualquer um pode levar a vida.

  • Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal da Fundação Estudar

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