Brasil

Anac vai se reunir com companhias aéreas para evitar greve no Natal

Segundo o ministro, no início do mês foi feito um plano de contingência para as operações de fim de ano

Os trabalhadores do setor reivindicam reajuste salarial de 13% e escala de trabalho reduzida (Márcia Foletto/Agência O Globo)

Os trabalhadores do setor reivindicam reajuste salarial de 13% e escala de trabalho reduzida (Márcia Foletto/Agência O Globo)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de dezembro de 2010 às 19h16.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - Para evitar a greve dos aeroviários e aeronautas, prevista para começar no dia 23, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai se reunir com representantes das companhias aéreas e acompanhar as negociações entre empresas e funcionários. A determinação foi feita hoje (16) pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, após reunião com a presidente da Anac, Solange Vieira.

Segundo o ministro, no início do mês foi feito um plano de contingência para as operações de fim de ano com órgãos do setor de aviação civil. “Determinei à Anac redobrar o plano de contingência e vamos tomar algumas providências que estão sendo analisadas pelo setor jurídico para assegurar que não haja dificuldades. Estamos tomando todas as medidas para evitar incômodo aos nossos passageiros no final do ano”, disse Jobim.

A última reunião entre aeroviários, aeronautas e empresas aéreas, ontem (15), terminou sem acordo. Os trabalhadores do setor reivindicam reajuste salarial de 13%, escala de trabalho reduzida, além de melhorias nas condições de trabalho. As empresas recusaram a proposta e mantiveram apenas a oferta de repor a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado em 6,08%.

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteAviaçãoTransportesAeroportosGreves

Mais de Brasil

Lula ou Flávio? Quaest mostra para onde vão os votos de Cury, Caiado e Renan Santos

Chuva forte alaga ruas, deixa carros submersos e suspende rodízio em São Paulo

Pesquisa para presidente Quaest: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 44%

Fim da escala 6x1 vai aumentar os preços? Veja o que diz o setor produtivo