Brasil

Aécio diz que abrirá mão de salário como senador na campanha

O presidenciável disse que estuda a possibilidade de se licenciar do mandato de senador


	Aécio Neves: como senador, ele recebe R$ 26,7 mil por mês
 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Aécio Neves: como senador, ele recebe R$ 26,7 mil por mês (Ueslei Marcelino/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de agosto de 2014 às 18h39.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta segunda-feira que vai abrir mão do salário que recebe como senador durante a campanha eleitoral e que vai devolver o salário de julho, que já foi liberado.

Aécio participou hoje do Congresso Brasileiro do Agronegócio, em São Paulo. Como senador, ele recebe R$ 26,7 mil por mês.

O presidenciável disse que estuda a possibilidade de se licenciar do mandato de senador, apesar de a regra de desincompatibilização de cargo público para disputar eleições não atingir os parlamentares que concorrem a novo mandato ou a outro cargo.

"Defini que não receberei a remuneração do Senado Federal (durante a campanha). Há uma discussão na Executiva do partido, porque alguns companheiros acham que ter a tribuna do Senado como espaço para determinados posicionamentos poderia ser positivo", disse Aécio.

"Pessoalmente, caminho para me licenciar. Mas vou discutir isso até em respeito aos meus companheiros que tem essa posição, e definirei na quarta-feira. O fato concreto é que nesses meses não receberei pelo Senado Federal", acrescentou.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilPartidos políticosSaláriosPolíticaEleiçõesOposição políticaPSDBaecio-nevesEleições 2014

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro muda discurso e agora fala em pedido de cassação da chapa de Lula

Augusto Cury parabeniza Lula pela vitória e pede que presidente governe para 'todos os brasileiros'

Moraes determina que Flávio entregue passaportes em 24 horas e proíbe contato com Willer Tomaz

Alckmin diz que fala de Trump sobre eleições brasileiras é 'totalmente equivocada'