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Dos criadores da Tropix: Brasil já tem tokenizadora para NFTs, a Pixway

Grupo liderado por Daniel Peres Chor está pronto para tonkenizar os mais diferentes setores e ativos
Daniel Peres Chor: operação da Pixway também começa pelo segmento de artes, mas já há outros 70 interessados, dos mais diversos setores (Divulgação/Tropix)
Daniel Peres Chor: operação da Pixway também começa pelo segmento de artes, mas já há outros 70 interessados, dos mais diversos setores (Divulgação/Tropix)
Por Graziella ValentiPublicado em 18/12/2021 12:31 | Última atualização em 18/12/2021 12:31Tempo de Leitura: 5 min de leitura

Depois de lançar a Tropix, o marketplace de NFTs de arte, o grupo de sócios liderado por Daniel Peres Chor, ex-diretor de inovação e herdeiro da Multiplan, anuncia agora a tokenizadora Pixway. Os dois negócios fazem parte do mesmo ambiente e grupo. E a novidade vem na esteira da captação de R$ 11 milhões realizada pela Tropix em outubro.

A Pixway é uma espécie de cartório do mundo tecnológico do blockchain. A companhia emite o certificado de origem da obra e faz o registro no blockchain. Para isso, é preciso que a obra traga fisicamente essa identificação, por meio de um microchip, ou selo RDF ou até mesmo um QR code.

A partir daí, a obra está pronta para ter seu NFT negociado e assim usufruir dos benefícios da presença nesse tipo de plataforma: como a garantia da autenticidade, o acompanhamento das trocas de propriedade e o pagamento do direito de sequência, que hoje existe como legislação, mas que não ocorre na prática (o artista deve receber uma espécie de royalty a cada negociação de sua criação, como uma forma de acompanhar e se beneficiar da sua valorização).

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A estreia da Pixway será com duas grandes galerias, uma no Rio de Janeiro, a Danielian, e outra em São Paulo, a Zipper. A Danielian foi fundada em 2005 pelos irmãos Ludwig Danielian e Luiz Danielian. Já no primeiro trimestre de 2002, o espaço deixará de emitir certificados de autenticidade físicos na venda de suas obras, passando a ter 100% dos negócios registrados como NFTs, incluindo aí trabalhos de artistas como Geraldo Marcolini, Glauco Rodrigues, Jorge Guinle, Josafá Neves, Manfredo de Souzanetto, Marçal Athayde e Nelly Guttmacher, representados pela galeria. A Zipper foi inaugurada em 2010 e estabeleceu-se inicialmente com foco na produção de nomes emergentes do cenário artístico. Rapidamente foi reconhecida como uma galeria que trabalhava a “linguagem jovem” na cidade.

Apesar de também estrear pelo mercado de arte, os planos para a Pixway são bem maiores. A empresa vai poder tokenizar os ativos dos mais diversos negócios e não será dedicada a um segmento específico. Em entrevista exclusiva ao EXAME IN, Daniel Peres Chor conta que já existem 70 outros interessados em conversar com a Pixway sobre esse processo.

O executivo evita dar exemplos práticos sobre quais setores e companhias podem ser os próximos a adotar esse caminho porque toda a discussão ainda é sigilosa. No entanto, já antecipa que a tendência é que começe por setores não regulados. No caso de imóveis, por exemplo, os registros são regulados, e no setor financeiro, também. Por isso, para o desenvolvimento para setores tais como esse, a tokenização e as plataformas de NFTs dependem de uma atuação mais próxima do governo, que possa garantir o reconhecimento e a validade dos registros.

Peres Chor sempre reforça que, pela ampla transparência que o sistema de blockchain permite, os governos, de forma geral, deveriam ter muito interesse em fomentar um ambiente regulatório favorável, pois permitirá um cuidado muito maior.

O grupo à frente da Tropix, criada há apenas quatro meses, e da Pixway, que acaba de ser anunciada com exclusividade ao EXAME IN, vem se transformando em uma das principais vozes no segmento de NFTs do país. O motivo é simples. O time de sócios é uma espécie de seleção de notáveis, com longa experiência em negócio tão novo que parece impossível a existência de profissionais com conhecimento acumulado (mas só parece). Entre eles estão Bernardo Schucman, maior minerador de bitcoin do Brasil e um dos criadores do protocolo no qual se baseia a plataforma de comunicação Google Meet; Alexandre Icaza, venture builder com 20 anos de experiência no mercado de private equity; Guilherme Nigri, colecionador e investidor em mais de 15 projetos no Vale do Silício; e Zé Lima, especialista em marketing e fundador de mais de dez startups.

A lista de nomes que impressionam ligados ao projeto da Tropix e da Pixway não para por aí. A rodada de capital semente concretizada pela companhia foi liderada pela 2TM, a holding dona do Mercado Bitcoin, o primeiro unicórnio do mundo cripto no Brasil,  maior corretora de negociação de criptomoedas da América Latina, além de ser a exchange que integra a Tropix. Junto com ela também participaram a Mago Capital (fundadores da Locaweb), Norte Capital, e investidores individuais como Marcelo Sampaio, da Hashdex, Guilherme Weeg, do grupo Malwee, e Cesar Villares, da Go4it Capital.

Em termos de processos e hierarquias, a Tropix, apesar de ter sido o primeiro negócio a operar, fica abaixo da Pixway. Enquanto a primeira será dedicada ao mercado de arte, a Pixway será aberta a diversos setores e negócios. "Começamos pela Tropix porque entedemos que era importante primeiro mostrar as situações de uso", explica Peres Chor. Tudo do novo e maravilhoso mundo dos NFTs e do Metaverso ainda demanda um amplo processo de educação dos consumidores e usuários.

Há cerca de um mês, Peres Chor havia antecipado ao EXAME IN a criação da tokenizadora, durante entrevista para o talk show. Na conversa, o empreendor fala sobre esse mercado tão novo, mas que tem como entusiastas e promotores nomes como Mark Zuckerberger, criador do Facebook (agora Meta) e Bill Gates, fundador da Microsoft. Confira a íntegra do bate-papo: 

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