• AALR3 R$ 20,11 -0.94
  • AAPL34 R$ 65,50 -2.69
  • ABCB4 R$ 16,79 -3.17
  • ABEV3 R$ 13,95 -1.34
  • AERI3 R$ 3,64 -1.62
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,64 -0.65
  • ALPA4 R$ 20,15 -2.84
  • ALSO3 R$ 18,99 -0.58
  • ALUP11 R$ 26,71 0.41
  • AMAR3 R$ 2,37 -2.87
  • AMBP3 R$ 29,44 -3.60
  • AMER3 R$ 23,14 0.22
  • AMZO34 R$ 65,91 -1.51
  • ANIM3 R$ 5,35 -2.90
  • ARZZ3 R$ 80,58 -0.76
  • ASAI3 R$ 15,63 1.17
  • AZUL4 R$ 20,90 -1.60
  • B3SA3 R$ 11,92 0.93
  • BBAS3 R$ 36,85 3.22
  • AALR3 R$ 20,11 -0.94
  • AAPL34 R$ 65,50 -2.69
  • ABCB4 R$ 16,79 -3.17
  • ABEV3 R$ 13,95 -1.34
  • AERI3 R$ 3,64 -1.62
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,64 -0.65
  • ALPA4 R$ 20,15 -2.84
  • ALSO3 R$ 18,99 -0.58
  • ALUP11 R$ 26,71 0.41
  • AMAR3 R$ 2,37 -2.87
  • AMBP3 R$ 29,44 -3.60
  • AMER3 R$ 23,14 0.22
  • AMZO34 R$ 65,91 -1.51
  • ANIM3 R$ 5,35 -2.90
  • ARZZ3 R$ 80,58 -0.76
  • ASAI3 R$ 15,63 1.17
  • AZUL4 R$ 20,90 -1.60
  • B3SA3 R$ 11,92 0.93
  • BBAS3 R$ 36,85 3.22
Abra sua conta no BTG

Startup que quer ser “Gympass da educação” capta R$ 1,2 milhão

A Education Journey, que oferece um marketplace de cursos e programas de formação, foi investida pelos fundos Latitud Fund, Norte Capital e SaasHolic
 (Divulgação/Education Journey)
(Divulgação/Education Journey)
Por Carolina IngizzaPublicado em 11/08/2021 06:00 | Última atualização em 11/08/2021 09:14Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Retenção e requalificação de talentos: essas duas expressões, comuns no cotidiano dos departamentos de recursos humanos, passaram a aparecer mais nas conversas entre presidentes e diretores de empresas brasileiras desde o começo da pandemia. Com a digitalização dos negócios, conseguir contratar e manter profissionais habilitados para o universo de tecnologia tem sido uma prioridade e um desafio para as companhias.

De olho nesse mercado, nasceu a startup Education Journey, um “Gympass da educação”, que acaba de levantar R$ 1,2 milhão em uma rodada pré-seed com os fundos Latitud, Norte Capital e SaasHolic, além do investidor-anjo Ariel Lambrecht, cofundador da 99.

A empresa, avaliada em US$ 5 milhões (cerca de R$ 26 milhões) na rodada, foi idealizada no ano passado pela brasileira Iona Szkurnik, que vive desde 2013 nos Estados Unidos trabalhando com projetos que envolvem tecnologia e educação. A empreendedora é uma das fundadoras do movimento Brazil at Silicon Valley.

“Acompanhando o trabalho de outras edtechs brasileiras, percebi que havia uma fragmentação no mercado. Faltava uma plataforma que reunisse os melhores conteúdos em um lugar só, como um one-stop-shop da educação”, conta Szkurnik ao EXAME IN.

Para tirar o projeto do papel, a empreendedora convidou como sócios Marcela Quintella (COO), Artur Barbosa (CTO) e Victor Szapiro (CFO). Juntos, o quarteto construiu um marketplace que disponibiliza para os usuários das empresas clientes conteúdos desde programação e ciência de dados até soft skills e cursos de idiomas.

A Education não desenvolve os próprios materiais, então busca edtechs que tenham um modelo de negócio voltado ao consumidor final, como Trybe (programação), Alura (tecnologia) e Passei Direto (educação digital), para fechar parcerias. A ideia não é competir com essas empresas, mas sim levar seus cursos ao público corporativo.

A operação da edtech começou em fevereiro deste ano com projetos em duas grandes companhias brasileiras. Segundo a fundadora, o maior desafio dessa primeira fase, além de validar o produto, é precificar corretamente o serviço — a balança precisa equilibrar o quanto as empresas estão dispostas a gastar e o quanto cada edtech parceira cobra pelos conteúdos.

“Trabalhamos com dois perfis de empresa: as tradicionais, que precisam ensinar novas habilidades para seus colaboradores, e as startups que estão com dinheiro em caixa para contratar e precisam capacitar talentos que não estão totalmente prontos”, diz Szkurnik.

Hoje, as companhias clientes pagam no mínimo R$ 20 por mês por funcionário para poder oferecer o benefício flexível de educação. Em alguns casos, a companhia subsidia o valor integral dos cursos, mas em outros o usuário final paga também uma assinatura para usar a plataforma.

Com a nova captação, a Education Journey tem como meta aumentar sua equipe de 12 para 20 pessoas nos próximos 12 meses. O objetivo é acelerar o desenvolvimento e aprimoramento do produto para poder chegar a marca de 50.000 usuários usando o serviço até agosto de 2022.

Segundo Szkurnik, o negócio deve voltar ao mercado para levantar uma próxima rodada dentro de seis a doze meses. “Nosso produto precisa de escala, queremos vender para mais de 2.000 empresas”, afirma.

Assine a EXAME e acesse as notícias mais importantes em tempo real.

De 1 a 5, qual sua experiência de leitura na exame?
Sendo 1 a nota mais baixa e 5 a nota mais alta.

Seu feedback é muito importante para construir uma EXAME cada vez melhor.