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De minas de ferro a cabines de helicóptero, 4 mulheres em profissões incomuns

EXAME Solutions

2 de abril de 2024 às 10:53

De minas de ferro a cabines de helicóptero, mulheres estão abrindo espaço em ambientes antes exclusivamente masculinos.

Foto: Sara Santos da Silva, operadora mantenedora: para ela, toda mulher tem capacidade e competência para sentar na cadeira que quiser. (Fernanda Xavier/Divulgação)

Sara da Silva tem como responsabilidade operar equipamentos de uma das plantas de minério de ferro da Cedro Mineração. Em seu turno da noite, é a única mulher.

As mulheres são apenas 17% da força de trabalho na mineração brasileira. Fonte: WIM BRASIL.

Foto: Karla Lessa Alvarenga Leal: comandante do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. (Douglas Magno/Divulgação)

De Minas Gerais, a tenente-coronel Karla Leal, de 41 anos, foi a primeira mulher comandante de helicóptero do Corpo de Bombeiros do Brasil.<br /> <br /> <br />

Só 3% dos pilotos de helicóptero e avião no Brasil são mulheres. Fonte: Agência Nacional de Aviação Civil.

Foto: Fabiana do Nascimento Almeida: primeira mulher a operar o maior guindaste de um porto, com mais de mil toneladas. (DP WORLD/Divulgação)

Fabiana Almeida é a primeira e única operadora de portêiner no Porto de Santos, o principal do país. O equipamento que ela opera custa cerca de R$ 50 milhões.

No setor portuário, as mulheres ocupam 17% ​do total de vagas. Fonte: Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

Foto: Gabriela Alves, eletricista: a prova de que mulheres são capazes, não importa a área (Fernanda Xavier/Divulgação)

Eletricista industrial, Gabriela Alves coleciona tarefas arriscadas, como subir em torres de iluminação para manutenção em sistemas de rádio e fazer manobras elétricas em paineis energizados.

No setor elétrico, a participação feminina em cargos operacionais é de 11%. Fonte: Agência Nacional de Energia Elétrica

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