13 de abril de 2026 às 11:28
Refinarias europeias e asiáticas disputam barris físicos com a tensão no Estreito de Ormuz. O corredor é crucial para o fluxo global de petróleo.
Há distorção histórica: futuros ainda indicam calma, mas o físico sofre colapso de oferta. Fontes ouvidas pelo FT apontam escassez imediata.
O Brent para junho subia 7,09%, a US$ 101,95. O WTI de maio avançava 7,36%, para US$ 103,69.
Para Helima Croft, os futuros estão defasados da realidade nos corredores marítimos. A distorção travou CFDs do Brent, que superaram US$ 30 e pararam na ICE.
Ormuz opera a 8% da capacidade e danos cortaram oferta saudita e transporte. Especialistas alertam para crise física e até 20 dias para normalizar fluxos.