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Fundo reúne as empresas mais inovadoras do planeta

Criado na Califórnia, o Franklin Innovation Fund agora está disponível aos investidores brasileiros por meio da plataforma do BTG Pactual digital

Imagine um fundo que reúne mais de 100 das empresas mais inovadoras do mundo, incluindo Amazon, Netflix, Microsoft, Alphabet, Tesla e PayPal, além de empresas tradicionais e outras que, independentemente de seu tamanho, são consideradas promissoras. Sim, esse fundo existe.

Gerido pela Franklin Templeton, empresa com sede em San Mateo, na Califórnia, a estratégia Franklin Innovation surgiu em 1968. Há seis meses, uma variação deste fundo, disponível para os investidores de fora dos Estados Unidos, está disponível para investidores brasileiros por meio do fundo Franklin Innovation FIA IE, na plataforma do BTG Pactual digital.  

“Nossa equipe conta com o suporte de 30 analistas de ações, que monitoram de perto as empresas mais inovadoras do planeta na mesma medida com que se dedicam a monitorar companhias promissoras em diferentes continentes”, afirma George Russell, analista financeiro da Franklin Templeton. “Em 2009, identificamos que o Mercado Livre era uma empresa de grande potencial. Até hoje, esse é um dos nossos investimentos de maior sucesso”.

De fato, a rentabilidade da estratégia ao longo dos anos impressiona: um investimento de 10.000 dólares, em 31 de dezembro de 2000, teria alcançado 85.161 dólares em 31 de dezembro de 2020. A performance, de acordo com a série histórica, aumenta de acordo com o tempo em que o investidor se mantém nele: 75% de retorno em períodos de três anos; 83% em cinco anos; e 99% em períodos de uma década.

Cinco plataformas

Atualmente, a equipe de investimento do Franklin Innovation Fund espera que cinco plataformas de crescimento, em especial, gerem um valor econômico expressivo em um espectro de cinco a dez anos. São elas: comércio eletrônico (como transportes, logística e economia compartilhada), empresas de biotecnologia (diagnóstico, edição de genes, inovações na agricultura), máquinas inteligentes (incluindo impressão 3D, internet das coisas e drones), novas finanças (que envolvem moedas virtuais e blockchain), e dados exponenciais (que se apoiam em computação em nuvem, análise de dados e realidade virtual e aumentada).

“A amplitude da inovação hoje é muito maior do que no passado, quando havia poucas indústrias realmente transformadoras”, lembra Russell. “Agora, a cada momento surgem empresas que redesenham setores inteiros”. É verdade: nos anos 1970, havia quatro setores que podiam ser considerados inovadores: aviação, beleza, fotos instantâneas e fotocópias. Na década de 1980, eram sete, incluindo computadores pessoais, gravadores de vídeos caseiros e os saudosos walkmans. Nos anos 1990, nove, contando com a internet discada e os aparelhos de fax.

Já o século 21 começou com 11 indústrias inovadoras, entre elas empresas de energia eólica, de smartphones (com o iPhone) e o projeto do genoma humano. Na última década, essa lista se tornou mais difícil de acompanhar. São quase 40 setores, que envolvem desde terapia genética e internet 5G a pagamentos eletrônicos, redes sociais e veículos autônomos.

Encontrar a melhor composição para o fundo, nesse cenário, é uma tarefa desafiadora, na qual a equipe da Franklin Innovation vem sendo bem-sucedida ao longo dos anos, com um portfólio que inclui empresas de diferentes setores e países, como Estados Unidos, Israel, Alemanha e China. Estar há apenas 10 minutos do Vale do Silício, hub de inovação e onde estão abrigadas universidades de renome e muitas das maiores empresas de tecnologia do mundo, torna a escolha mais fácil – e assertiva.

“Analisamos não só o potencial de inovação das empresas mas também o estágio em que elas estão e a sustentabilidade de crescimento que elas se mostram capazes de gerar”, explica o analista financeiro da Franklin Templeton. “Entendemos que o investidor quer estar do lado de quem lidera a revolução, e não das empresas que vão ser ultrapassadas por ela”.

Inovação de hoje (e de amanhã)

Na busca pelas melhores oportunidades, os analistas da Franklin Templeton ainda levam em conta que aquilo que é inovador hoje pode não ser mais amanhã. O mercado de táxis americano, por exemplo, valia 2 bilhões de dólares quando o Uber surgiu. Hoje, o mercado para os veículos de aplicativos é estimado em 17 bilhões de dólares. Outro exemplo são os telefones. Enquanto eles demoraram 39 anos para alcançar 40% da população, os smartphones fizeram o mesmo em apenas dez anos.

“Algumas inovações podem ser grandes investimentos hoje, ou no futuro distante, ou nunca. Por isso, acreditamos que investir em inovação demanda uma gestão ativa”, afirma George Russell. “Essa postura é fundamental para avaliar companhias cujo valor é frequentemente mal calculado, seja na duração do crescimento, que muitas vezes é maior do que o esperado, seja no ritmo de inovação, que em muitos casos é mais rápido do que a maior parte dos analistas prevê”.

A capacidade de gerar disrupção, aliás, vai além do uso estrito de tecnologia. “Não se trata apenas de utilizar as novas ferramentas, como blockchain ou inteligência artificial, mas sim de ter a capacidade de mudar a forma com as pessoas vivem, trabalham e consomem”, explica Russell.

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